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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

As coisas por aqui andam assim:

A minha filha continua sem professor, e sem nenhum em perspectiva, eu explico: a professora do ano passado concorreu para outra escola e foi-se embora, a que a veio susbtituir está de baixa por gravidez de risco, a que substituí essa também está de baixa pela mesma razão e a que substituí a substituta está de atestado por ter a filha de 3 anos doente, esta última acabou o atestado na quinta feira passada, mas não se apresentou ao trabalho nem disse nada, nem atende o telefone.
A minha mãe está doente com estas alergias provocadas pelo tempo quente fora de tempo.
Provavelmente o meu mais velho provavelmente terá de ser operado, mas a ver vamos, só depois de falar com a Pediatra e com a médica de Cirurgia Pediátrica, depois das aulas para o miudo não entrar em stress.
Somos administradores do prédio e só agora é que começaram a acontecer os azares, como os elevadores só avariarem ao fim de semana e ter a chave de acesso à casa das máquinas dos mesmos partida na fechadura. De notar que quando largámos a administração deixámos dinheiro na conta, algum aplicado e tudo pago. Quando agora voltámos a pegar na mesma não temos quase nenhum dinheiro na conta, nenhum aplicado e contas por pagar.
No trabalho nenhumas perspectivas de nada, além disso correm uns zuns-zuns nos quais não me quero meter porque posso vir a prejudicar o meu futuro, mas porque alguns são filhos e outros nem sequer enteados? E porque temos colegas tão complicadinhas, com a mania da perseguição e que sabem tudo porque são o máximo, e depois? Olha depois nada, falam, falam e nada mais que falar (mais a prejudicar que a ajudar na maioria das vezes)
E por aqui as coisas vão. Já era hora de correr tudo bem, mesmo muito bem.

sábado, 15 de setembro de 2018

Pensamentos que não se escrevem

Tantas vezes tenho algo a escrever.
Outras tantas a desabafar mas não dá.
Não consigo pôr em palavras o que vai cá dentro.
Outras vezes não posso e cá dentro tudo fica a remoer.
Qualquer dia conseguirei.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Eu não disse?

Pois, de falsas e de cínicas está o mundo cheio.
É que são ultimamente a regra é não a exceção.
Porque é tão difícil?
Só queria sinceridade e tratamento igual

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

As vezes gostava de não ser assim

Juro.
Gostava de ser diferente, mas é assim que sou.
Sou daquelas pessoas que quando ficam com a pulga atrás da orelha, ou de pé atrás numa situação, não há volta a dar.
É como alguém que confia sempre até ao dia em que descobre a primeira mentira, que pode até ser a única, mas a partir daí desconfia sempre.
Neste caso, desconfio que os suspostos amigos dos meu filho mais velho não são assim tão amigos, ou melhor que uma mãe anda a minar situações/relações nas minhas contas. É não é de hoje. Já fiquei com essa sensação no ano passado.
Neste caso em concreto não posso deixar passar "em branco", até porque não são aquelas coisas de miúdos, que hoje são muito amigos, amanhã já não são e depois voltam a ser.
Gostava de ser mais optimista. Não sou. E se fico a matutar alguma coisa é.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Ser mãe de 3 #35

É viver cada novo ciclo escolar como a mais absoluta novidade.
É ter ansiedade e noites mal dormidas preocupada com os novos ambientes, a nova escola, os amigos, etc & tal....
É pré-ocupar a mente e o coração com situações que só acontecerão daqui a uns 2 anos.
É fazer filmes dignos de um óscar de melhor argumento (e um globo de ouro, e um bafta e outros que tais)
É respirar profundamente, depois de suster a respiração dias a fio (a respiração do coração entenda-se), mas sempre ficando com um folegozinho reservado.
É ser mãe. E ser mãe ansiosa é assim.

sábado, 20 de maio de 2017

Ser mãe de 3 #30

É ser a mãe do post-it, da agenda no telemóvel, papel e computador, de apontar no bloquinho, de colocar os recados e o calendário na porta do frigorífico, ver tudo sempre, várias vezes, repetidas vezes, e mesmo assim....falhar, esquecer, ver que afinal isto ou aquilo não estava programado.
É irritar-me (às vezes a sério) quando todos sabendo o calendário, acham que sim, que tenho 5 minutos só para isto ou aquilo, e que se não faço é má vontade.
É estar-me nas tintas e querer estar lá, onde verdadeiramente importa, porque amanhã eles são adultos e vou querer mais saraus de ginástica, festa da música, de final de ano lecticvo com benção das fitas.
É ser mãe, é ser feliz no meio do caos, e cheínha de vontade de os ver no palco. Acho (tenho quase a certeza) que vibro mais com as festas que eles ♥☺

terça-feira, 16 de maio de 2017

Divagando.....

A vida nem sempre é fácil.
Por vezes conseguimos algo que desejamos muito, mas há aquele pedacinho de nós que se sente culpabilizado por isso, como se fosse um grande pecado. Por outro lado, há aquele outro pedacinho que nos diz que não, que merecemos e fizemos por isso.
No fundo, damos graças por ter saúde, e que apesar da saúde que falta à mãe, é um caso felizmente não grave e tratável com tempo e paciência, se bem que fique com a mobilidade reduzida.
Por outro lado, tento chegar a tudo e a todos e fico frustrada, mesmo furiosa comigo porque não consigo.
Ao mesmo tempo sei que não sou polvo e a super-mulher era aquela figura dos desenhos animados que gostava de ver, mas não curo a frustração.
Ainda não marquei as minhas consultas, as deles têm de ser remarcadas, mas as deles importam mais.
Tenho dias que acho que até estou bem, até olhar o espelho e ver a pele baça, que nem a base disfarça. Mas tenho saúde (anemia sim, mas não grave), respiro e tenho fé.
Um dia de cada vez, estes mais solarengos para aquecerem a alma.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Leiuras 2016 #14

Imagens Google
Sinopse:  Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar pois a voz da sereia é fatal , logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.


Este é um daqueles livros que se lê num dia.
A história é contada do ponto de vista de Kahlen, com uma mistura bem conseguida entre a mitologia e a realidade. A própria Água tem o seu retrato bem conseguido, ora calma, ora revolta, ora nos dá paz, ora nos provoca um medo profundo
Fica claro desde o princípio qual o provável destino de Kahlen, mas os sentimentos bem explorados dela, de Akinli, da Água e das suas irmãs sereias levam-nos a vive-los com eles, quase a senti-los como nossos.
Leitura fluída, numa escrita envolvente sem ser pesada, mesmo nos momentos mais difícieis. Uma boa escolha para quem quer algo leve, sentimental e que misture o mitológico numa forma racional e aceitável.

domingo, 20 de novembro de 2016

Leituras 2016 #12

Imagem Wook
Ao contrário do livro de que vos tinha falado anteriomente, este é daqueles que se lê num vapt-vupt, de tão viciante, de tão sincero, de tão real.
A forma como os sentimentos são descritos, as nuances nos pensamentos, aquilo que somos e aquilo que queremos ser com aquilo que os outros acham de nós e de nós esperam, criam o caminho para uma confusão de pensamentos e sensações, com as quais nos identificamos e comrpeendemos.
Este sim, é um livro que recomento a leitura.
Sinopse do site da Wook:
"Mais uma vez, Picoult aborda um assunto delicado na sociedade contemporânea, um tiroteio no liceu, levantando perguntas como: o seu filho pode tornar-se num mistério para si? O que significa ser diferente na nossa sociedade? É justificável para uma vítima ripostar? E quem - se é que alguém - tem o direito de julgar outra pessoa? Em Sterling, New Hampshire, Peter Houghton, um estudante de liceu com dezassete anos, suportou anos de abuso verbal e físico por parte dos colegas. O seu amigo, Josie Cormier, sucumbiu à pressão dos colegas e agora dá-se com os grupos mais populares que muitas vezes instigam o assédio. Um incidente de perseguição é a gota de água para Peter, que o leva a cometer um acto de violência que mudará para sempre a vida dos residentes de Sterling."

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Ser mãe de 3 #27

E quando te apanhas a dizer a fazer aquilo que mais detestavas que te fizessem a ti, quando tinhas a idade deles?
E quando tens absoluta conciência disso?
És ou não és uma má mãe? És, sim és.
Porque carga d'água é que faço isso? Porque raios caio direitinha na esparrela e de repente...pumba, meto as duas patas na poça?
Sim, por mais anos de "experiência" que tenha de maternidade acho que os anos de experiência em burrice são o dobro.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Perguntinha óbvia #13

Vocês também gostam, assim tanto como eu, quando alguém vos olha de alto abaixo e depois vos dá um belo sorriso amarelo?
Sim? Eu também não.
Detesto gente falsa.
E termos de levar com elas por questões familiares (não por serem família)? Ai que coisa tão, mas tão boa.....

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Deve ser da idade

Esta indiferença.
Esta não querer saber.
Este querer saber e esmiuçar até amis não.
Este querer as coisas à minha maneira e só à minha.
Este façam como quiserem e depois avisem-me.
Deve ser da idade, o separar de coisas que até aqui me faziam saltar e agora nem me fazem soltar um suspiro mais profundo, e ter outras que me provocam azia.
A vida muda-nos. A idade também.
Não me considero mais velha. Considero-me mais madura. A vida são dois dias e não pretendo passá-los a pintar os cabelos brancos.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Sobre Pais

O meu Pai é ausente. Ausente por força da separação dos meus pais, ausente por existir um oceano entre nós, ausente porque sim.
Existem pais ausentes por várias razões: porque se separam das mães, porque vão trabalhar para longe, porque as mães os afastam dos filhos.
Não querendo julgar ninguém, o que eu não entendo são os pais que voluntariamente se afastam dos filhos. Porque em pequenos dão trabalho, porque em crescidos dão trabalho, porque vê-los fim de semana sim, fim de semana não acham que chega. Porque, e falando numa situação ideal em que do outro lado existe abertura para tal, acham que esses dias, pequenas horas chegam na formação do carácter daquele filho.
Não entendo os pais que não lhes dá jeito, que agora não lhes apetece, que estão cansados, que não têm vontade ou disponibilidade para os filhos. Convenhamos que a vida do dia a dia cansa, que ninguém é de ferro, mas sempre, todos os dias em todas as horas nunca existe tempo para os filhos?
Que pensam estes pais do dia de amanhã? Que terão filhos que os irão acolher em casa, que os irão visitar num lar? Que se preocuparão sequer com o seu bem estar na velhice?
Sim, eu sei que existem pais (e mães) que cansam, que sugam os filhos até ao tutano e não os deixam ter vida própria. Estou a falar das situações "normais". De pessoas comuns, que só porque se separaram do conjugue se separaram dos filhos.
Eu sou um desses "filhos", que por força da sepração dos pais ficou separada de pai. Não porque a mãe me afastou, mas porque o pai não procurou a aproximação. Que tipo de amor, de carinho, de compreensão é que pretendem de mim perante este pai? Para mim, nada mais que um parente afastado?

quinta-feira, 10 de março de 2016

Manuais escolares gratuitos 1º ano

De acordo com as últimas notícias, os manuais escolares serão gratuitos para todos no próximo ano lectivo de 2016/2017, que ingressem no 1º ano de escolaridade.
Por cá, e tendo em conta que a minha "condicionada" entre no 1º ano a medida é muito bem vinda.
Se será aplicada a outros anos lectivos, pelo que li está em estudo por uma comissão. A minha opinião é que provavelmente será "fácil" estabelecer a gratuitidade no 1º ciclo, mas daí em diante mais difícil, se tivermos em linha de conta o valor de cada manual.
Eu sei, e bem, que fazer livros não é algo fácil, e manuais também não será, mas pergunto: será que precisam de ser tão caros? E se tivermos em linha de conta a sua durabilidade, o preço justificasse?
Bem, o começo já está, querem ver que é desta que o ensino é mesmo gratuito?
(E não, não é: os manuais são pagos, o material escolar é pago, os almoços e lanches são pagos - e se lanche podem levar de casa, almoços não [embora não sejam caros] - o ATL é pago, até porque tem horário igual ao escolar? [e não, não cho que alargar o hotrário escolar seja uma escolha, as crianças precisam de brincar]. Por isso, não é gratuito - só não se pagam propinas)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Estou a ficar farta disto!!!!!!!!

Ás vezes tenho a sensação que faço comichão a muita gente.
Outras vezes, como hoje, tenho absoluta certeza.
Quando numa reunião de serviço se nota que o assunto gira à volta daquilo que um colega acha de mim, é sempre uma coisa boa para primeiras impressões.
É, devo fazer uma comichão tramada a muita gente, uma em particular.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Chegámos a 2016

E agora?
Agora um dia de cada vez.
Fazer de tudo para que seja um bom ano. Não deixar outras pessoas influenciarem negativamente as coisas, o dia, a semana, a vida.
Saúde, muita saúde. E Amor, paz e Harmonia.
Ser mais organizada, é que sê-lo apenas na cabecinha não dá muito jeito.
Cuidar mais da minha saúde.
Eu já cheguei mais leve: menos uma mão travessa de cabelo e sinto-me bem ☺
2016, vamos ser felizes?

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Acabou, mas afinal não, afinal é de outra forma

Os exames do 4º ano acabaram e eu já tinha dito que era a favor.
Só que agora parece que não é bem assim, que agora se irão fazer provas de aferição, também a serem realizadas no 2º ano.
Não sou contra, não é isso. Não acho que a prova nos moldes anteriores fosse correcta, mas também não sou a favor do facilitismo. Acho que sim, provas de aferição, testes, seja o que lhe chamem, desde que feitos em contexto normal de aulas, como mais uma etapa do ano, são benéficos e não os considero stressantes por ai além.
Para mim a questão não é essa: porque raio é que não se disse logo: acabaram as provas de 4º anos, que serão substituídas por provas de aferição, no 2º e 4º ano, que não irão contar para a nota fianl do aluno, mas para saber se os programas curriculares estão a ser cumpridos.
Este agora dizemos isto a ver as reacçãoes, amanhã dizemos aquilo, parecem-me aquelas histórias que vão sendo arranjadas aos poucos, para ir agradando. Já não tanto a ver com as provas, mas com as notícias em geral: ora é um banco, ora é a segurança social, ora afinal o banco não era assim, ora agora a segurança social assado. Caramba! Custa muito dizer tudo de uma vez? Custa muito falar das políticas que se pretende adaptar em várias áreas da sociedade com princípio, meio e fim? Se calhar custa.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Diz que aboliram as provas do 4º ano

Acho bem. Não vejo a razão da sua existência. Provas de 4º ano com a possibilidade de retenção? Não obrigado.
Não concordo com muita coisa no nosso sistema de ensino e esta era uma delas. A 4º classe de antigamente, tão antigamente que quem a tinha era rei, esses exames eram importantes. Hoje em dia em que a 4ª classe, ou ano, é apenas um degrau iniciante não vejo vantagens.
Não sou a favor da passagem de ano só porque sim, acho que isso não ajuda ninguém, mas também não sou a favor de exames e mais exames.
Estamos a falar da escola primária, de um professor que há partida está 4 anos com a mesma turma, que os começa a conhecer cada vez melhor, que lhes sabe os pontos fortes e fracos, porquê de um exame feito por quem não os conhece de parte nenhuma?
Não considero que as justificações que tenho lido contra esta abolição, muito prementes:
Para aprenderem a sentar-se.  - Aprende-se em bebé.
Para aprenderem a estar atentos. - E os 4 anos lectivos não trabalharam isso?
Para aprenderem a entrar e sair das salas? E não o fizeram durante o periodo escolar.
Para saberem preencher como deve ser os cabeçalhos dos exames. - E os testes que fizeram? E as fichas? Nada disso tinha cabeçalho?
Porque assim aplicavam-se mais e estudavam - Mas só se estuda em vésperas de exame de 4º ano?
Não. Concordo que tenha terminado. Aliás acho que só os iria submeter a stress desnecessário, e deitar por terra um esforço de 4 anos num momento de nervos. Estamos a falar de crianças de 9/10 anos e não de adolescentes/adultos de 19/20 anos, como os defensores dos exames se esquecem.
As crianças não são de cristal, mas não é por isso que têm de ser submetidas a pressões desnecessárias.
Mas, antes que me matem, sou a fovor deos trabalhos de casa com conta, peso e medida.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Ser mãe de 3 #23

Em época natalícia é gastar X3 e ao mesmo tempo não o fazer.
Aproveitámos o fim de semana dos 50% desconto em brinquedos e comprámos o que tinhamos de comprar para os 3.
Confesso que o mais velho terá outra prenda na calha, talvez até compradas nesta época, mas para o seu aniversário em Janeiro. Com a idade dele, brinquedos não são bem a última batata do pacote, mas jogos de consolas sim.
O Natal, e os aniversários deles são épocas em que sim, compro brinquedos, e inclusivé o faço no dia da criança, sendo que neste último o brinquedo tem sido simbólico e ultimamente substituído por algo que eles prefiram fazer com os pais.
Não tenho de comprar X3 X3 X3 só prque é Natal. Eu já multiplico as compras, porquê multiplicar os gastos?
Falta-me um brinquedo a comprar, que não o fiz por querer apurar os gostos da miúda em questão.
Ser mãe de 3 é gastar X3, mas também é multiplicar formas de fazer o dinheiro esticar e não de gastar 3 vezes mais só porque sim.
É a loucura dos brinquedos, quando temos o tal, aquele que gostamos mais. Não é a loucura quando temos tantos e tantos que não ligamos a nenhum, não damos valor a nada.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

E o Natal?

É no mês de Dezembro. - É esta a minha resposta actualmente, coisa de estranhar.
Em todos os anos que me conheço por gente ando sempre excitada com o Natal, com os aniversários e este ano...bem este ano com os aniversários dos meus filhos. Os outros são aniversários e só. Cansei-me ao fimd e 39 anos que considerassem o meu dia d eanos, como aquele em que me dão umas tralhas, dois beijinhos e pronto, que férias é para aproveitar (faço anos em Agosto). E que os dias de aniversários deles é que são para grandes comemorações, festarolas e tal e presentes upa upa.
Mas o Natal? O Natal também era para mim uma época mágica, em que a cidade se ilumina e que o frio é agradável, afinal estamos com o coração quente.
Este ano não sei explicar...é Natal e pronto.
 Já comprei as prendas mais importantes - as dos meus filhos.
As outras prendas vão a caminho, deverão estar despachadas antes do Natal, mas não ando na mesma lufa-lufa, de tentar encontrar aquela coisa especial. Não sei, pode ser que o espírito de Natal ainda baixe em mim.
E vocês? Já andam embuídos em espírito natalício?
 

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