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quinta-feira, 21 de março de 2019

São umas atrás das outras

É no trabalho, onde existe a pessoa de complicómetro, que fala por meias palavras e é melhor que o mundo, e que é melhor a tudo, e que mi-mi-mi, e é sempre a coitadinha e coiso.
Em casa, a pressão daqueles que nada têm para fazer, a não ser dizer que nada têm a fazer porque eu não tenho tempo para eles, e outros que, sendo doutro lado, só conseguem ter conversas para envenenar, sendo que os primeiros (que supostamente deveriam defender-nos) caiem que nem uns patinhos e culpam-nos a nós.
Para culminar: parti um dente bom, porque o seu vizinho tinha uma cárie infiltrada no meio de ambos e fez fissura para debaixo da gengiva.
Estou à espera ansiosa por coisas bomas, mesmo muito boas.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

As coisas por aqui andam assim:

A minha filha continua sem professor, e sem nenhum em perspectiva, eu explico: a professora do ano passado concorreu para outra escola e foi-se embora, a que a veio susbtituir está de baixa por gravidez de risco, a que substituí essa também está de baixa pela mesma razão e a que substituí a substituta está de atestado por ter a filha de 3 anos doente, esta última acabou o atestado na quinta feira passada, mas não se apresentou ao trabalho nem disse nada, nem atende o telefone.
A minha mãe está doente com estas alergias provocadas pelo tempo quente fora de tempo.
Provavelmente o meu mais velho provavelmente terá de ser operado, mas a ver vamos, só depois de falar com a Pediatra e com a médica de Cirurgia Pediátrica, depois das aulas para o miudo não entrar em stress.
Somos administradores do prédio e só agora é que começaram a acontecer os azares, como os elevadores só avariarem ao fim de semana e ter a chave de acesso à casa das máquinas dos mesmos partida na fechadura. De notar que quando largámos a administração deixámos dinheiro na conta, algum aplicado e tudo pago. Quando agora voltámos a pegar na mesma não temos quase nenhum dinheiro na conta, nenhum aplicado e contas por pagar.
No trabalho nenhumas perspectivas de nada, além disso correm uns zuns-zuns nos quais não me quero meter porque posso vir a prejudicar o meu futuro, mas porque alguns são filhos e outros nem sequer enteados? E porque temos colegas tão complicadinhas, com a mania da perseguição e que sabem tudo porque são o máximo, e depois? Olha depois nada, falam, falam e nada mais que falar (mais a prejudicar que a ajudar na maioria das vezes)
E por aqui as coisas vão. Já era hora de correr tudo bem, mesmo muito bem.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Isto parece estar a abrandar

Mas o ênfase está mesmo no parece.
Tenho saudades de escrever algo mais que trabalho-trabalho-trabalho.
Vamos ver se agora abranda.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Alguém me interna num spa, 6 meses de cada vez?

O trabalho não abranda.
A doença deu um pouco de tréguas, mas hoje sinto-me bem pior.
Estou completamente desorganizada.
Quando é que isto pára?

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Resistência à mudança

Há resistência e resistência.
Aquela saudável que nos ajuda a fincar pé, a defender o que é nosso, o nosso território, a nossa forma de ser e há a outra. A que não nos deixa avançar, progredir, aprender, a do "antigamente é que era bom" só porque sim.
Nunca ninguém disse que resistir é mau. Mas resistir por despeito, por não querer diferente porque não tem o aval de pessoas que não estão completamente dentro do assunto, cria um ambiente pesado.
Eu até entendo o medo do novo, do desconhecido, mas tenho receio que isso crie uma situação prejudicial a outros.
É assim vai no trabalho: os resistentes consegue criar um ambiente prejudicial aos outros, diário e peço a Deus não futuro.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Andamos a estudar

Estudamos para testes.
Fazemos pesquisa para trabalhos de grupo.
Fazemos TPC's.
O tempo não sobra para quase mais nada e no trabalho as coisas andam mais do mesmo, pessoas que gostam de desdizer e desfazer e por entraves problemáticos a tudo.
Bem, é a vida, tenhamos saúde e Deus do nosso lado que o resto se faz.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Então e que tal anda a vidinha

É chegar a casa cerca de hora e meia / duas horas mais tarde que o costume.
É ir trabalhar uma hora mais cedo.
É esquecer-me das datas dos testes do filho mais velho (o que vale é que ele não).
É a vidinha!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Perguntinha óbvia # 14

Porque ráio é quer o ser humano tem sempre de dizer mal de tudo?
Porque ráio é que eles são os donos da verdade?
Porque ráio é que só eles trabalham bem e os outros são preguiçosos?
Nem todas as mudanças são oas, é certo, mas nem todas são más também.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Quase, quase de férias?

Mas falta o quase.
E com esse quase, que ainda falta, não sobra tempo para andar por aqui.
Ando a correr, a deixar o máximo feito e a preparar tudo para férias.
Ando esgotada e se sento mais de 5m seguidos adormeço.
Boas férias a vocês todos.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

MIA

Estou literalmente desaparecida em combate.
Entre testes, festas final ano, reuniões sou a mãe foguete que corre para todo o lado.
No trabalho, tenho o normal + curso com estágio por três meses durante + grupo trabalho onde já estava incluída desde o ano passado e que ainda perdura, sou a funcionária que para os meus colegas não faz nada porque não tem o rabo colado à cadeira e não vai beber café com eles.
Sim, ando desaparecida, mas é porque não tenho tempo para respirar. Daqui até às férias nem os fins de semana devem escapar - SOCORRO

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Crise de alergias

Das grandes, mas daquelas tão boas que se na segunda feira não parava de espirrar e lacrimejar, hoje estou rouca.
Continuo a ter mais de um trabalho, somado à vida de mãe e dona de casa.
Ando tão mais cansada que já nem consigo chatear, somente mexer.
A chuva não ajuda em nada e sonho com dias de sol.
Com voês, tudo bem?

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Mãe também estuda

E gosta.
Na semana passda estive num curso. Agora tenho mais uns trabalhos a fazer a somar ao trabalho normal.
Entretanto já estamos em Maio e ainda chove. Por outro lado estou sem tempo para procurar a indumentária para o baptizado do meu rapaz e não quero fazer má figura, além disso, menina do meu tamanho não gosta de tudo o que seja demasiado curto, demasiado direito e sem formas, demasiado em demasia.
Bem, noutro dia falamos.
E vocês?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Não morri (ainda)

Mas ando lá perto.
Entre remodelações do quarto dos filhos, vida normal, consultas médicas (numa recebi a melhor notícia dos últimos tempo - e não, não estou grávida), actividades extra curriculares do mais velho, estou que nem posso com um gato pelo rabo.
Mas é um processo, lento por um lado e demasiado apressado por outro. Agora, ter tudo empacotado e empilhado, parecendo a minha casa um armazém deixa-me doida (e com mais cabelos brancos).
Venha o fim de semana com sol para tentar organizar o que é possível ser organizado.
Bom fim de semana para todos vocês

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Estou a ficar farta disto!!!!!!!!

Ás vezes tenho a sensação que faço comichão a muita gente.
Outras vezes, como hoje, tenho absoluta certeza.
Quando numa reunião de serviço se nota que o assunto gira à volta daquilo que um colega acha de mim, é sempre uma coisa boa para primeiras impressões.
É, devo fazer uma comichão tramada a muita gente, uma em particular.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

E não pensem que eu sou a coitadinha ou a boazinha do pedaço

Google imagens
É que não suporto gente falsa e dissimulada. Mesmo.

Como uma pessoa altera o ambiente de muitas

Sabem aquela pessoa do post anterior? Pois, desde ontem que conseguiu alterar o ambiente de tal forma que:
-já pôs uma pessoa compeltamente de lado, ao ponto da pessoa em questão agora nem nos dizer bom dia
-anda com uma cara que dependendo de quem a vê ou faz chorinho e ar de mártir, ou fica com ar de demónio;
-só fala a pessoas importantes, aos outros grunhe.
A sério, alguém merece?

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Gente parvinha

Gente parvinha exite em todo o lado, de todas as idades, tamanhos, cores, nações e religiões.
O que diferencia as parvoíces é quando elas são típicas da idade, ou quando são birras de gente adulta.
Tenho comigo (salvo seja) um espécime adulto com birras de adolescente, daqueles que acham que assim são melhores que os outros, que os chefes lhes dão mais valor, que só eles é que trabalham, só eles têm problemas, só eles importam.
Pessoas parvinhas, que ajem como os grupinhso adolescentes em que falam a rir dos outros.
Sinceramente, já começo a perder a paciência e já me começa a chegar a mostarda ao nariz. Não tenho de aturar adolescências tardias de ninguém.
Chega ao cúmulo de instruír outros a ir beber café sem mim, para que eu me sinta sozinha. O problema é que eu não tenho medo de andar sozinha, sei o que sou, quem sou, os meus medos, as minhas conquistas, gosto da minha companhia.
Nem sei que faça: dou o troco por igual? Não ligo? Respondo à letra? É que dois pares de estalos para ganhar juízo já vai tarde e não justifica o trabalho.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Por cá

Muito trabalho no trabalho e em casa.
Muito sono - o medicamento das alergias é fantástico, acabou com as insónias, só me trouxe foi um sono que me atinge a todas as horas.
Consulta da alergologia tratada, alergia a gatos( porquê???????) e a ácaros (já sabia).
E por aí?
 

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