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sábado, 18 de março de 2017

Palavras não minhas, mas que me tocam de alguma forma

"todos falham, todos erram, todos caem, todos, em algum momento, desistem de coisas e de pessoas. todos têm medo, todos têm dores, todos, num dia qualquer, ficam sem saber o que fazer. todos têm dúvidas, todos querem ser gostados, todos, em algum fundo do poço, não encontram a coragem para mudar de lado. todos perdem a fé-nos-outros, todos, em algum caminho, se perdem de si mesmos, todos choram e todos – tantas vezes - ficam cansados da vida. 
mas todos – todos mesmo - são muito mais fortes do que pensam. e todos – todos mesmo – têm mais coragem do que acreditam. todos – todos mesmo - conseguem dar a volta por cima. e todos  - e tu também - têm talento de sobra para ser aquilo de que não vale desistir: ser feliz."
Daqui: às 9 no meu blog

sábado, 20 de junho de 2015

Às vezes gostaria que resolvessem as coisas por mim

[Eu resolvo. As pessoas acham sempre que eu resolvo. E na verdade eu resolvo sempre porque nunca me restou mais nenhuma opção na vida do que resolver.
Acho que resolvo desde sempre.(...)
Excerto de post da autoria do blog Quadripolaridades, onde se quiserem o podem ler na íntegra
 
Às vezes gostava que as coisas estivessem resolvidas, que não fossem tão dependentes, que me respeitassem, que me vissem como um "eu" e não como alguém que "resolve", que "tem de fazer".
Eu sei que gosto de me envolver nas coisas, que gosto de saber, que me falem nelas. Mas não no sentido do "eu quero que faças assim", no "estou à espera que faças, que resolvas".
É que sempre tudo para o mesmo cansa.
[São, acho que és as pessoa que melhor me entende nestes resolveres]

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

domingo, 20 de abril de 2014

Uma doce e feliz Páscoa a todos

-Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
-Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade.
-Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
-Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
-Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
-Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, Abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.
-Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
-Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
-Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é...saber viver.
Charlie Chaplin

sábado, 22 de junho de 2013

#47


Crédito na imagem
O meu estado é o Knock Out, e o vosso?

terça-feira, 21 de maio de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Assumo, comemoro o Dia dos Namorados

Wehearit
Namorar é bom, faz bem e há sempre alguém que podemos amar.
Mais que o Dia dos Namorados, um feliz dia do Amor, por quem queiram, porque Amar é bom e só trás coisas boas.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

BULLYING

Depois de ter lido este post e este também, e depois de ouvir tanta coisa, ler tanta coisa, não posso deixar passar em branco.
O bullying não é só bater, roubar, partir ossinhos, é também a pressão psicológica, chamar nomes, desprezar, os risinhos, as conversinhas, os olhares. Não acontece só nas escolas dos meninos pobres dos bairros problemáticos, daqueles que não devem ter pai nem mãe em casa. Acontece em qualquer escola, com qualquer menino/menina (infelizmente), em qualquer bairro, e pasmem-se acontece até com adultos, é um problema transversal.
O porquê não sei. A culpa não é de ninguém e é da sociedade em geral. Sei é que não deveria acontecer, nunca.
Por isso, e com o total aval da autora do blog copiei este texto para aqui, mas vale não só para o bullying como para muitos aspectos da nossa vida. Por isso é para ler, pensar e guardar na memória.

BULLYING
Uma professora quis ensinar à sua turma os efeitos do bullying.
Pediu-lhes para seguirem as seguintes instruções. Deu a todos os alunos uma folha de papel e disse-lhes para amachucarem, e para deitarem para o chão e para pisarem.
Resumindo, podiam estragar a folha o mais possível mas não rasga-la. As crianças estavam entusiasmadas e fizeram o seu melhor para amachucarem a folha, tanto
quanto possível.
...
A seguir a professora pediu-lhes para apanharem a folha e abri-la novamente com cuidado, para não rasgarem a mesma. Deviam de endireitar a folha com muito cuidado o mais possível. A senhora chamou-lhes atenção para observarem como a sua folha estava suja e cheia de marcas. Depois pediu-lhes para as crianças pedirem desculpa ao papel em voz alta, enquanto o endireitavam. Eles mostravam o seu arrependimento e passavam as mãos para alisarem o papel, mas a folha não voltava ao seu estado original. Os vincos estavam bem marcados.
A professora pediu para que olhassem bem para os vincos e marcas no papel. E chamou-lhes atenção para o facto que estas marcas NUNCA mais iriam desaparecer, mesmo que tentassem repara-las. “É isto que acontece com as crianças que são “gozadas” por outras crianças”, afirmou a professora.
Podes dizer: Desculpa, podes tentar mostrar o teu arrependimento, mas as marcas, essas ficam para sempre. Idosos com 80 anos ainda conseguem lembrar-se com mágoa quanto foram gozados na escola primária e/ou secundária.
Os vincos e marcas no papel não desapareceram, mas as caras das crianças deram para perceber que a mensagem da professora foi recebida.
Se és CONTRA bullying copia esta mensagem e manda para todos os teus amigos e todas as crianças.
O bullying estraga mais do que nós podemos imaginar!!!
Evitem, ajudem e denunciem...

Copiado daqui
 

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