terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Gente parvinha

Gente parvinha exite em todo o lado, de todas as idades, tamanhos, cores, nações e religiões.
O que diferencia as parvoíces é quando elas são típicas da idade, ou quando são birras de gente adulta.
Tenho comigo (salvo seja) um espécime adulto com birras de adolescente, daqueles que acham que assim são melhores que os outros, que os chefes lhes dão mais valor, que só eles é que trabalham, só eles têm problemas, só eles importam.
Pessoas parvinhas, que ajem como os grupinhso adolescentes em que falam a rir dos outros.
Sinceramente, já começo a perder a paciência e já me começa a chegar a mostarda ao nariz. Não tenho de aturar adolescências tardias de ninguém.
Chega ao cúmulo de instruír outros a ir beber café sem mim, para que eu me sinta sozinha. O problema é que eu não tenho medo de andar sozinha, sei o que sou, quem sou, os meus medos, as minhas conquistas, gosto da minha companhia.
Nem sei que faça: dou o troco por igual? Não ligo? Respondo à letra? É que dois pares de estalos para ganhar juízo já vai tarde e não justifica o trabalho.

4 comentários:

Maggie F. disse...

nem me fales em gente parva que ando cheia disso. Pior que gente parva é gente mal formada não suporto mesmo. E o pior é quando a canalhice está dentro da família, aí não há muito por onde fugir.

Beijinho

Maggie

Gata disse...

Ui, já passei por isso num emprego! É chato, sim, mas depois habituamo-nos e nem ligamos! E a pessoa que me fazia isso acabou por se dar mal ;)

A Pimenta* disse...

Eu optaria por ignorar. Por mais que saiba que custa. Mas estas pessoas gostam de sentir que têm efeito no outro. Se uma pessoa ignorar, pode ser que desistam e percebam que o melhor é disparar noutra direção.

Maria do Mundo disse...

Trabalho com uma pessoa desse género.

 

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