quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ser mãe de 3 #28

E quando a tua filha de 6 anos te diz uma mentira? E quando diz outra para cobir a primeira mentira?
É quandoesta mãe dá dois berros (sim berros), porque sempre lhes ensinou a não mentir, porque sempre lhes disse que não admite mentiras e porque a Mentira é daquelas coisas que a faz perder as estribeiras.
E quando as pessoas olham para ti, que nem mostro, porque dizes à tua filha que está a mentir e disso faz dela uma mentirosa?
Não, nesse caso não digo mal do comportamento, digo exactamente naquilo que o comportamento os torna.
Sim, sou esse tipo de mãe. Explico e torno a explicar até ficar rouca, mas também castigo no momento do erro.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Leiuras 2016 #14

Imagens Google
Sinopse:  Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar pois a voz da sereia é fatal , logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.


Este é um daqueles livros que se lê num dia.
A história é contada do ponto de vista de Kahlen, com uma mistura bem conseguida entre a mitologia e a realidade. A própria Água tem o seu retrato bem conseguido, ora calma, ora revolta, ora nos dá paz, ora nos provoca um medo profundo
Fica claro desde o princípio qual o provável destino de Kahlen, mas os sentimentos bem explorados dela, de Akinli, da Água e das suas irmãs sereias levam-nos a vive-los com eles, quase a senti-los como nossos.
Leitura fluída, numa escrita envolvente sem ser pesada, mesmo nos momentos mais difícieis. Uma boa escolha para quem quer algo leve, sentimental e que misture o mitológico numa forma racional e aceitável.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Negócios são negócios

Ora bem, eu disse que respondia a esta TAG, mas apenas se quem me indicou fizesse um gorro para cada um dos meus rapazes.
Ela disse que fazia, eu respondo:

1. Café ou Chocolate - Como preferes o café ou o chocolate no Outono, e que marca bebes com mais frequência?
Café. Chocolate só gosto de barra.
Em relação a marcas: café solúvel marca Pingo Doce, Continente e outras em promoção. Café de cápsula Nespresso, Continente e Pingo Doce. A frequência é relativa: o que tenho em casa e aquilo que vou comprando à medida das necessidades.

2. Acessórios de Outono - o que optas mais por usar (gorros, cachecóis, luvas, etc.)?
Cachecóis. Luvas às vezes e gorros nada.
Gosto muito de andar quentinha, mas as luvas são complicadas na condução, mesmo as de napa, e com três miudos as mãos querem-se livres.
Botas, meias opacas e aquecedor no trabalho (conta como acessório certo)?

3. Música - Que tipo de música ouves durante o Outono?
A que dá na rádio. Não sou esquisita, depende do estado de espírito.

4. Perfume - que tipo de perfume usas nesta estação do ano?
Adoro perfumes. Os da Carolina Herrera são os meus prediletos. Só não sou amiga daqueles perfumes de cheiro demasiado doce.
E creme de corpo bem cheiroso e que amanse a minha pele seca.
Gosto de andar cheirosinha.

5. Velas - que cheiro gostas mais durante esta altura do ano?
Velinhas de cheiro...gosto muito.
O marido não gosta muito de cheiros fortes e confesso que com os miudos deixei de ter velinhas acesas, mas acho que voltar a elas.
Ah e gosto das cheirosas, algumas prometem mas não cumprem.

6. O que gostas mais do Outono?
Da cor. Adoro os tons do Outono e daquela brisa um pouco mais fresca.

7. A maquilhagem preferida para o Outono.
Maquilhagem....pois....creme na cara e brilho nos lábios conta?
Eu não sei maquilhar-me e em dias raros uma máscara de pestanas e um risco no olho (ok, na pálpebra que não se riscam os olhos).

8. O que esperas fazer mais neste Outono?
Fazer mais? Nem sei, fazer aquilo que gosto seria bom. Não ter tanto frio também, que sou uma pessoa friorenta.


Não nomeio nnguém, mas se fizerem avisem nos comentários que eu gostaria de ler.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

3

Autoria na imagem
3 anos de menino
3 anos de bebé linto
3 anos de mais azul para alagrar as nossas vidas.
Parabéns meu amor pequenino.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A segunda festa importante este mês

É já este fim-de-semana.
O filhote mais novo faz 3 anos, sim três anos.
A mãe anda em preparativos para um lanche familiar e com menos crianças à mistura. Com esta idade mando o bolinho para a escola, mas não convido meninos lá para casa.
O que quero proprocionar? Um dia feliz que se multiplique por muitos com muito amor, ao meu amor penino (que é como ele diz pequenino).

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Leituras 2016# 13

Imagens google
Sinopse:
Filha única da poderosa e fria geneticista Terra Spiker, Eve quase perde uma perna em um atropelamento. O processo de cura no luxuoso complexo Spiker transcorre com uma rapidez impressionante, o que desperta a curiosidade da menina.
Antes que Eve estreite os laços com Solo, um rapaz que compartilha segredos com a corporação, a Dra. Spiker propõe um desafi o a sua filha: Eve terá a chance de testar, em primeira mão, um software desenvolvido para manipular genes humanos. Ela poderá criar o garoto ideal, sob medida!
Mas brincar de Deus tem consequências, e agora Eve vai descobrir até que ponto existe perfeição


O livro é contado de duas perspectivas diferentes, de Eve e de Solo e como ambos encaram a manipulação genética. Será que se for para salvar os nossos vale a pena? Ou será que só vale a pena para quem consideramos ser os eleitos?
É de uma leitura fácil, leve e rápida pela forma como está escrito, sem aprofundar muito o assunto.

domingo, 20 de novembro de 2016

Leituras 2016 #12

Imagem Wook
Ao contrário do livro de que vos tinha falado anteriomente, este é daqueles que se lê num vapt-vupt, de tão viciante, de tão sincero, de tão real.
A forma como os sentimentos são descritos, as nuances nos pensamentos, aquilo que somos e aquilo que queremos ser com aquilo que os outros acham de nós e de nós esperam, criam o caminho para uma confusão de pensamentos e sensações, com as quais nos identificamos e comrpeendemos.
Este sim, é um livro que recomento a leitura.
Sinopse do site da Wook:
"Mais uma vez, Picoult aborda um assunto delicado na sociedade contemporânea, um tiroteio no liceu, levantando perguntas como: o seu filho pode tornar-se num mistério para si? O que significa ser diferente na nossa sociedade? É justificável para uma vítima ripostar? E quem - se é que alguém - tem o direito de julgar outra pessoa? Em Sterling, New Hampshire, Peter Houghton, um estudante de liceu com dezassete anos, suportou anos de abuso verbal e físico por parte dos colegas. O seu amigo, Josie Cormier, sucumbiu à pressão dos colegas e agora dá-se com os grupos mais populares que muitas vezes instigam o assédio. Um incidente de perseguição é a gota de água para Peter, que o leva a cometer um acto de violência que mudará para sempre a vida dos residentes de Sterling."

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Leituras 2016 #11

Imagem Google
O que posso dizer deste livro? Não muito.
A escrita é atabalhoada, os acontecimentos também e o retrato demasiado caótico, desleixado, alienado não me cativou.
Todos temos aqueles momentos em que andamos o dia todo de pijama, em que não nos apetece levantar da cama, em que ter de levar a loiça do pequeno-almoço ou colocá-la na máquina parece ter uma tarefa hercúlea.
Mas este livro é caos a mais. Não, não gostei de o ler.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Ser mãe de 3 #27

E quando te apanhas a dizer a fazer aquilo que mais detestavas que te fizessem a ti, quando tinhas a idade deles?
E quando tens absoluta conciência disso?
És ou não és uma má mãe? És, sim és.
Porque carga d'água é que faço isso? Porque raios caio direitinha na esparrela e de repente...pumba, meto as duas patas na poça?
Sim, por mais anos de "experiência" que tenha de maternidade acho que os anos de experiência em burrice são o dobro.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Parabéns Princesinha

Pinterest
Hoje a minha querida Princesa faz 6 anos.
São 6 anos de cor-de-rosa.
De Princesinha.
De gargalhadas.
De Amor.
Parabéns minha filhota linda.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Menos alunos por turma

Pelo que li aqui é uma proposta aceite.
Eu concordo, só não quero é deixar de salientar outras coisas a definir: idade de entrada no 1º ciclo (sem condicionados); maior apoio em bercários, creches e ATL.
E encher os miúdos que ficam "lá", porque sim, porque os pais têm horários de trabalho enormes não compatíveis com os horários dos filhos e muito menos com aquilo que é muito importante, de seu nome Família, tudo isto coisas a ser tomadas em conta, com muita atenção e carinho. ão é só reduzir o número de miúdos por turma.
E vocês, o que acham desta proposta?

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Preparativos

Sou eu a única que na aproximação do aniversário dos filhos, e como as festas são lá em casa, anda às voltas com tudo em stress?
Quer dizer: entre convites, bolo, menu a colocar na mesa e a visa normal do dia-a-dia, invejo as mães cool que num piscar de olhos têm uma festa toda gira em menos de nada.
Eu não, ando a organizar o tempo para fazer tudo.
A Princesa vai fazer 6 anos e quer a festa da Aurora.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Leituras 2016 #10

Imagens Google
Sinopse da Wook:
"Lily cresceu na convicção de que, acidentalmente, matou a mãe quando tinha apenas quatro anos. Do que então aconteceu, ela tem não só as suas próprias recordações mas também o relato do pai. Agora, aos catorze anos, tem saudades da mãe, a quem mal conheceu mas de quem recorda a ternura, e sente uma desesperada necessidade de perdão. Vive com o pai, violento e autoritário, numa quinta da Carolina do Sul, e tem apenas uma amiga, Rosaleen, uma criada negra cujo semblante severo esconde um coração doce. Na década de 60, a Carolina do Sul é um sítio onde a segregação é ainda realidade. Quando, ao tentar fazer valer o seu recém- -conquistado direito de voto, Rosaleen é presa e espancada, Lily decide agir. Fugidas à justiça e ao pai de Lily, elas seguem o rasto deixado por uma mulher que morreu dez anos antes e encontram refúgio na casa de três excêntricas irmãs apicultoras. Para Lily esta vai ser uma viagem de descoberta, não só do mundo, mas também do mistério que envolve o passado de sua mãe."

 Já tinha visto o filme, e não conseguia ao ler o livro, deixar de pensar na Lily do filme. Aliás todas as personagens são tal e qual as do filme.
O interessante ao ler é ver as nuances, aquilo que não foi dito, aquilo que pensava ser mas afinal não era. O que gosto no livro é isso mesmo: entrar na cabeça das personagens e não inferir apenas pelas expressões dos actores.
Uma bonita história de amor. De superação. De companheirismo e de amizade.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Ser mãe de 3 #26

Não faz de mim uma mãe perfeita.
Faz de mim mãe, mas imperfeita, com defeitos, que grita, que castiga, que erra, que chora, que diz provavelmente o que não deve.
Sou aquela mãe que ameaça e por vezes não cumpre.
Que larga tudo e vai brincar com o filhos, a casa que se lixe e aprenda a limpar sozinha.
Que não deixa ninguém fazer nada para ter tudo limpo e arrumado, por um minuto que seja.
Que não liga se hoje ninguém tomou banho, que se martiriza no único dia da semana que ninguém tomou banho.
Que faz sopa, compra legumes e coloca-os no prato, que tenta fazer sempre o mais saudável e depois manda um chocalatinho ao lanche e faz bolos para os meninos.
Que conta histórias dos livros ou inventadas e que manda para a cama "já" sem mais um piu.
Sou bipolar.
Sou uma mãe a mil, cansada, cheia de sono, sempre a correr e a ver que a rotina ajuda mas esta nem tanto assim.
Sou uma mãe que ama os filhos de paixão, mas que também gosta dos seus 5 minutos sozinha.
 

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