quinta-feira, 22 de junho de 2017

Ser mãe de 3 #32

É ter sentimentos contraditórios, porque não se consegue ir a uma fets de final de ano a meio da tarde, num dia de trabalho e ficar com um enorme peso na consciência porque não se está lá.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Leituras 2017 # 10

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O relacionamento entre mãe e filha pode ser problemático, e este livro fala sobre isso.
Este livro anda à volta do relacionamento complicado entre Helena e a sua filha Mariana. A história de Helena, que também não teve um relacionamento fácil, se algum com a sua prépria mãe, e de Marianna, que estes de ser mãe procura perdoar a sua mãe e a ela própria.
Mariana sente-se inferior, sente que a sua mãe dá mais carinho ao seu irmão Guga, e que por ela não é sentido nenhum afecto, apenas aquele que o seu pai lhe dá.
Com o crescimento e entendimento de si e dos relacionamentos complicados entre as pessoas, ela percebe que o amor da sua mãe sempre esteve lá, embora só o tenha consigo perceber em alturas em que a mãe é mais carinhosa.
É um livro que quem tem um relação fácil não vai entender bem, e que quem tem uma mais atribulada vai perceber melhor. Toda a história é praticamente contada a partir do ponto de vista de Mariana.
Não foi das leituras mais fáceis e inclusivamente foi das mais interrompidas, não é um manual de relacionamentos, é mais uma história de uma família igual a tantas outras.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Perguntinha óbvia # 15

Qual é a mãe qual é ela, que não consegue ver nada do que está a filmar na desta dos filhos devido ao sol, e nem percebe que está tudo desfocado?

sábado, 10 de junho de 2017

Leituras 2017 # 9

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Sinopse Fnac:
"Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática – que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes"






 
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 Sinopse Fnac:
"O Livro 1 revelou a existência do mundo de 1Q84. Algumas perguntas encontraram resposta. Outras permanecem em aberto: Quem é o Povo Pequeno? Como farão esses seres para abrir caminho até ao mundo real? Existirão mesmo?, como sugere Fuka-Eri. Chegarão Aomame e Tengos a reencontrar-se? «Há coisas neste mundo que é melhor nem saber», como diz o sinistro Ushikawa. Em todo o caso, o destino dos heróis de 1Q84 está em marcha. No céu, distinguem-se nitidamente duas luas. Não é uma ilusão. Murakami descreve aqui um universo singular, que absorve, que imita a realidade, e a faz sua. A narrativa decorre em dois mundos que se cruzam, qual deles o mais real e o mais fascinante – o de 1984 e o de 1Q84. A perturbante história de um amor adiado, recortada num cenário marcado pelo desencanto e pela violência. Uma fábula sobre os dilemas do mundo contemporâneo. Murakami retrata o mal-estar da sociedade japonesa que se esconde por debaixo de uma aparente quietude."





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Sinopse Fnac:
"O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. Ao pousar este livro, quantos leitores não se sentirão desafiados a ver o mundo com outros olhos?"

O que eu tenho a dizer sobre estes três livros?
Bem, muito pouco. Comecei a lê-los com interesse, até pela sua fama e confesso que a poucos capítulos do primeiro os achei maçudos  e chatos, sim perdoem-me as pessoas que adoram esta trilogia, eu não gostei.
A história não leva a lado nenhum, não tem nexo e não me faz olhar o mundo com outros olhos.
E vocês, leram, gostaram? Digam de vossa justiça. 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ser mãe de 3 #31

Esta mãe confessa, por escrito e publicamente, coisas que outras mães acham aberrantes:

1 - Já cedi em deitá-los na minha cama, só porque não me apetecia ter mais uma birra à noite.
2 - Já me deitei na cama com eles e adormeci logo, mesmo quando lhes tinha prometido que íamos conversar.
3 - Já saí do quarto deles, promentendo que ia voltar logo em seguida, porque só iria beber um copo de água e enfiei-me na minha cama.
4 - Já foram dormir sem tomar banho, porque eu estava muito cansado para lho dar.
5 - Já os deixe ver tv e jogar mais do que deviam, porque queris 5 minutos para fazer algo para mim.
6 - Já lhes disse que a sopa (ou outra comida) era feita de algo que eles gostam , só para não ter de aturar uma birra à refeição.
7 - Já lhes disse que alguma coisa estava esgotada na loja, só porque me esqueci de a comprar.
8 - Já gritei com eles e ficaram de castigo dó porque eu estava cansada e sem paciência.
9 - Já disse várias vezes que a educadora não os deixaria fazer isto ou aquilo porque não queria ser a má d fita.
10 - Já cedi porque não me apeteceu lidar com a birra do não.
11 - Já disse que sim, depois de lhes ter sido dito que não, exactamente pela razão acima.

Sim, esta mãe é imperfeita, muito, mas eu também nunca disse que queria ser perfeita ☺

terça-feira, 6 de junho de 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Então e que tal anda a vidinha

É chegar a casa cerca de hora e meia / duas horas mais tarde que o costume.
É ir trabalhar uma hora mais cedo.
É esquecer-me das datas dos testes do filho mais velho (o que vale é que ele não).
É a vidinha!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Perguntinha óbvia # 14

Porque ráio é quer o ser humano tem sempre de dizer mal de tudo?
Porque ráio é que eles são os donos da verdade?
Porque ráio é que só eles trabalham bem e os outros são preguiçosos?
Nem todas as mudanças são oas, é certo, mas nem todas são más também.

sábado, 20 de maio de 2017

Ser mãe de 3 #30

É ser a mãe do post-it, da agenda no telemóvel, papel e computador, de apontar no bloquinho, de colocar os recados e o calendário na porta do frigorífico, ver tudo sempre, várias vezes, repetidas vezes, e mesmo assim....falhar, esquecer, ver que afinal isto ou aquilo não estava programado.
É irritar-me (às vezes a sério) quando todos sabendo o calendário, acham que sim, que tenho 5 minutos só para isto ou aquilo, e que se não faço é má vontade.
É estar-me nas tintas e querer estar lá, onde verdadeiramente importa, porque amanhã eles são adultos e vou querer mais saraus de ginástica, festa da música, de final de ano lecticvo com benção das fitas.
É ser mãe, é ser feliz no meio do caos, e cheínha de vontade de os ver no palco. Acho (tenho quase a certeza) que vibro mais com as festas que eles ♥☺

quinta-feira, 18 de maio de 2017

 

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