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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Já temos professora!

A professora para a minha menina já chegou.
Um mês de atraso dizem-me não ser mau, eu digo que é um mês a mais.
Agora temos uma turma de crianças de 2º ano, com 7/8 anos a "correr" para recuperar a matéria, cumprir objectivos e quem sabe, entrar no Guiness....
E assim anda o ensino público em Portugal, porque o resto da história é grande demais para escrever aqui.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

As coisas por aqui andam assim:

A minha filha continua sem professor, e sem nenhum em perspectiva, eu explico: a professora do ano passado concorreu para outra escola e foi-se embora, a que a veio susbtituir está de baixa por gravidez de risco, a que substituí essa também está de baixa pela mesma razão e a que substituí a substituta está de atestado por ter a filha de 3 anos doente, esta última acabou o atestado na quinta feira passada, mas não se apresentou ao trabalho nem disse nada, nem atende o telefone.
A minha mãe está doente com estas alergias provocadas pelo tempo quente fora de tempo.
Provavelmente o meu mais velho provavelmente terá de ser operado, mas a ver vamos, só depois de falar com a Pediatra e com a médica de Cirurgia Pediátrica, depois das aulas para o miudo não entrar em stress.
Somos administradores do prédio e só agora é que começaram a acontecer os azares, como os elevadores só avariarem ao fim de semana e ter a chave de acesso à casa das máquinas dos mesmos partida na fechadura. De notar que quando largámos a administração deixámos dinheiro na conta, algum aplicado e tudo pago. Quando agora voltámos a pegar na mesma não temos quase nenhum dinheiro na conta, nenhum aplicado e contas por pagar.
No trabalho nenhumas perspectivas de nada, além disso correm uns zuns-zuns nos quais não me quero meter porque posso vir a prejudicar o meu futuro, mas porque alguns são filhos e outros nem sequer enteados? E porque temos colegas tão complicadinhas, com a mania da perseguição e que sabem tudo porque são o máximo, e depois? Olha depois nada, falam, falam e nada mais que falar (mais a prejudicar que a ajudar na maioria das vezes)
E por aqui as coisas vão. Já era hora de correr tudo bem, mesmo muito bem.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Querem ver uma mãe a correr?

É que começaram as idas à praia do mais pequeno.
Temos de estar na creche 1h antes do habitual.
Quanto apostam que esta mãe vai andar todos os dias na correria entre: levanta o filho-veste-põe protector solar-dá de comer à criança-leva a mesma à creche- fica lá a ver as camionetes com os miudos que não arrancam a dizer adeus milhentas vezes (esperando estar no sítio certo, porque elas têm vidros fumados)- corre para o trabalho?
Pois, eu vou andar assim, com o mais pequeno e depois com os mais crescidos, por isso, se não aparecer aqui (que não tenho aparecido), além do trabalho agora tenho também a praia.
Fui....☺

domingo, 24 de setembro de 2017

E como início escola significa compra de material escolar

Eu tenho, sempre tive, o hábito de escrever num bloco aquilo que tenho / preciso de comprar. Nem sempre consulto, isso é verdade, mas tenho apontado e actualizo.
Por essa razão, quando li este post fiquei a saber que afinal até sigo quase este método, porque para ser a 100% só me falta etiquetar as gavetas ☺
E vocês, como fazem?

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Ser mãe de 3 #35

É viver cada novo ciclo escolar como a mais absoluta novidade.
É ter ansiedade e noites mal dormidas preocupada com os novos ambientes, a nova escola, os amigos, etc & tal....
É pré-ocupar a mente e o coração com situações que só acontecerão daqui a uns 2 anos.
É fazer filmes dignos de um óscar de melhor argumento (e um globo de ouro, e um bafta e outros que tais)
É respirar profundamente, depois de suster a respiração dias a fio (a respiração do coração entenda-se), mas sempre ficando com um folegozinho reservado.
É ser mãe. E ser mãe ansiosa é assim.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Perguntinha óbvia # 15

Qual é a mãe qual é ela, que não consegue ver nada do que está a filmar na desta dos filhos devido ao sol, e nem percebe que está tudo desfocado?

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Em festa

Ele festa da escola dos filhos.
Ele é festa do trabalho da mãe, seguida da festa da creche do mais pequenino.
Ele é festa das prendas que tentam adivinhar todos os dias, porque o Pai Natal não há meio de chegar.
E a festa que as alergias andam a fazer na minha cabeça, nem vos conto a dor que leas me deixam tamnha não é "festa".
Mas no Natal está mesmo aí e venha o ano novo.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Menos alunos por turma

Pelo que li aqui é uma proposta aceite.
Eu concordo, só não quero é deixar de salientar outras coisas a definir: idade de entrada no 1º ciclo (sem condicionados); maior apoio em bercários, creches e ATL.
E encher os miúdos que ficam "lá", porque sim, porque os pais têm horários de trabalho enormes não compatíveis com os horários dos filhos e muito menos com aquilo que é muito importante, de seu nome Família, tudo isto coisas a ser tomadas em conta, com muita atenção e carinho. ão é só reduzir o número de miúdos por turma.
E vocês, o que acham desta proposta?

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Sou uma mãe chata, confesso

Aliás, sou uma pessoa chata, muito chatinha.
Sou daquele tipo de pessoas que se não me interessa, não quere nem saber. Se me interessa tira-me o sono.
Esta questão da escola, do facto de  a minha filha repetir a pré já me tirou o sono, já cheguei a ter dores de estômago e já tomei as decisões (acertadas ou não só o tempo o dirá) que tinha de tomar e estou em paz com elas. Conformada com a situação, mas não convencida nem sequer a aceito, apenas tem de ser.
O que irritou ultimamente é que o ATL do mais velho, onde  a miuda estaria caso tivesse entrado no 1º ano, quando fiz a renovação de inscrição (após desistência - sim desisitir por um ano e renovar para o próximo), me diz que apesar de tudo, das prioridades e mais, que não garantem a vaga, mas.... (há sempre um mas), se que colocar a criança numa sala de 4 anos (ela tem quase 6), já garantem!
Isto é comércio ou quê?
Aqui, a chata, picuínhas da mãe, é daquelas que toma nota para mais tarde.
Apetece-me dizer obrigadinho por nada.
Eles não têm culpa das leis que levam as crianças a terem matrículas condicionadas, mas têm culpa de quererem colcoar crianças com mais idade junto a outras de 3/4 anos. Têm culpa de não darem apoio aos pais e maioritariamente têm culpa de só aceitarem quem lhes dá na gana só por "amizades", e esta culpa é da direcção e não das professoras.
Vamos ver para o próximo ano lectivo, acho que esta mãe chata vai ser mais chata que piolho em costura.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

As novas rotinas

Ainda não a ser afinadas. O horário do filho mais velho já sofreu alterações ainda o ano não tinha começado.
O horário da filhota é o horário da mãe, porque como ela repete a pré-escola o horário escolar das 9h - 15h é dentro do meu de trabalho e no restante tem ATL.
O horário do mais novo, é consoante o dos manos. Sim, porque como a escola dele tem um horário mais alargado, de manhã vai com o pai e à tarde sou eu ou o pai que o vai levar.
Lá por casa afinamos também as rotinas domésticas. Ai a vontade que eu tenho de ter alguém que me ajude. pena que isso não seja possível e depois é o que se vê, fins-de-semana de limpeza e roupas, compras e afins.
E vocês, já têm tudo afinadinho?

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Início de novo ano escolar

E muitas emoções por gerir.
Ando a mil, mas agora é orientar as agulhas com os novos horários que tudo entra nos eixos.
Por aí, também andam cansados de colocar mil e uma etiquetas no material escolar?

sábado, 28 de maio de 2016

Por cá

Andamos em festas de final de ano.
Estudamos para testes.
Filho mais velho recupera de uma amigdalite.
Eu ando com uma dor nas costas na zona dorsal que às vezes me apanha o pescoço.
O trabalho aperta.
O grande dia do filho está para chegar.
A 1ª comunhão da Rita já aconteceu e foi linda.
E vocês, sonham com férias como eu?

quinta-feira, 10 de março de 2016

Manuais escolares gratuitos 1º ano

De acordo com as últimas notícias, os manuais escolares serão gratuitos para todos no próximo ano lectivo de 2016/2017, que ingressem no 1º ano de escolaridade.
Por cá, e tendo em conta que a minha "condicionada" entre no 1º ano a medida é muito bem vinda.
Se será aplicada a outros anos lectivos, pelo que li está em estudo por uma comissão. A minha opinião é que provavelmente será "fácil" estabelecer a gratuitidade no 1º ciclo, mas daí em diante mais difícil, se tivermos em linha de conta o valor de cada manual.
Eu sei, e bem, que fazer livros não é algo fácil, e manuais também não será, mas pergunto: será que precisam de ser tão caros? E se tivermos em linha de conta a sua durabilidade, o preço justificasse?
Bem, o começo já está, querem ver que é desta que o ensino é mesmo gratuito?
(E não, não é: os manuais são pagos, o material escolar é pago, os almoços e lanches são pagos - e se lanche podem levar de casa, almoços não [embora não sejam caros] - o ATL é pago, até porque tem horário igual ao escolar? [e não, não cho que alargar o hotrário escolar seja uma escolha, as crianças precisam de brincar]. Por isso, não é gratuito - só não se pagam propinas)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Diz que aboliram as provas do 4º ano

Acho bem. Não vejo a razão da sua existência. Provas de 4º ano com a possibilidade de retenção? Não obrigado.
Não concordo com muita coisa no nosso sistema de ensino e esta era uma delas. A 4º classe de antigamente, tão antigamente que quem a tinha era rei, esses exames eram importantes. Hoje em dia em que a 4ª classe, ou ano, é apenas um degrau iniciante não vejo vantagens.
Não sou a favor da passagem de ano só porque sim, acho que isso não ajuda ninguém, mas também não sou a favor de exames e mais exames.
Estamos a falar da escola primária, de um professor que há partida está 4 anos com a mesma turma, que os começa a conhecer cada vez melhor, que lhes sabe os pontos fortes e fracos, porquê de um exame feito por quem não os conhece de parte nenhuma?
Não considero que as justificações que tenho lido contra esta abolição, muito prementes:
Para aprenderem a sentar-se.  - Aprende-se em bebé.
Para aprenderem a estar atentos. - E os 4 anos lectivos não trabalharam isso?
Para aprenderem a entrar e sair das salas? E não o fizeram durante o periodo escolar.
Para saberem preencher como deve ser os cabeçalhos dos exames. - E os testes que fizeram? E as fichas? Nada disso tinha cabeçalho?
Porque assim aplicavam-se mais e estudavam - Mas só se estuda em vésperas de exame de 4º ano?
Não. Concordo que tenha terminado. Aliás acho que só os iria submeter a stress desnecessário, e deitar por terra um esforço de 4 anos num momento de nervos. Estamos a falar de crianças de 9/10 anos e não de adolescentes/adultos de 19/20 anos, como os defensores dos exames se esquecem.
As crianças não são de cristal, mas não é por isso que têm de ser submetidas a pressões desnecessárias.
Mas, antes que me matem, sou a fovor deos trabalhos de casa com conta, peso e medida.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Dizem que amanhã há greve

O que é um motivo de preocupação desta mãe.
Eu não sou contra a greve, entenda-se, mas a questão é que de acordo com o meu horário de trabalho só saberei se a escola deve fez greve quando for buscá-lo ao ATL.
Eu percebo o motivo da greve, e tenho uma preocupação acrescida sabendo que as pessoas que estão a tomar conta do meu filho se sentem descontentes no seu trabalho, desmotivadas, sem saber o dia de amanhã.
Será muito pedir, a estas cabeças pensantes que se lembram de fazer tantas coisas, que se lembrem que a estabilidade no trabalho é uma coisa boa. Eu escrevi estabilidade, não estagnação, não desmotivação. Dar ao trabalhador a possibilidade de progredir, de melhorar. É muito difícil fazer um bom trabalho quando nos sentimos incertos, precários, sem saber o dia de amanhã. Quando sentimos que aquilo que fazemos não tem qualquer valor. Não é só o valor por hora pago, é o descrédito dado a quem dos nossos filhos cuida.
Nenhuma profissão deve ser menosprezada, nem endeusada. Todas são necessárias e importantes. Todos trabalhamos para todos e não me venham com o argumento de que não é bem assim, porque é.
A precaridade não ajuda ninguém.
Somos pessoas, não números.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Regresso às aulas

E às rotinas.
Hoje o meu mais velho começou o 2º anos do 1º ciclo, e eu, mãe galinha, lá fui com ele no primeiro dia. Estou tão orgulhosa dele.
Sim, já me disseram que é só o 2º ano, que não foi uma entrada na faculdade nem no MIT, mas amores meus, a minha resposta amarela foi: o filho é meu e cada início de ano lectivo é motivo de orgulho / preocupação / ansiedade por parte desta mãe a multiplicar por mais dois.
Irra algumas pessoas irritam-me.
Mas, voltando ao assunto, faço votos que tudo corra bem neste ano lectivo e eu cá estou para apoiar naquilo que for preciso.
Os vossos miudos pequenos e mais graúdos também já começaram as aulinhas?

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ser mãe de 3 #14

Já devia estar calejada para o primeiro dia de creche, mas custa tanto com o terceiro como com o primeiro
Ontem foi o primeiro dia do mais novo e dos manos também, Claro que a mamã aqui está de lágrima no olho, mas não chorei, nestas coisas choro sozinha.
Bjs

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Pensando nas escolas e nos que lá estão

Acho piada ouvir dizer que não existem problemas, que o ano lectivo começou sem stresses, quando oiço notícias de professores que percorrem 700km por dia, professores que deixam a família para trás e têm que ficar sozinho numa qualquer cidade para com amor à profissão, ensinar os filhos dos outros (que sendo os nossos queremos muito bem tratados, preparados e mimados), ou então professores que à vez tomam conta dos alunos no recreio porque não existem funcionários suficientes para tal (os vulgo continuos).<\br> Na escola do meu filho, que eu saiba, não existe ninguém nestas condições. A professora veio de uma escola para outra, mas a distância são ruas não km.<\br> Será que quem de direito não pensa nos que habitam nas escolas? Quer miudos, quer graudos? Que para essas pessoas os outros não são pessoas mas peões que se mudam a belo prazer? Que quem lá trabalha pode ter de fazer das tripas coração para fazer o seu trabalho de forma profissional?<\br> Que os filhos dos outros que frequentam essas escolas também podem ser prejudicados por isso? Não que os professores sejam maus, mas porque são pessoas que sofrem com a sua situação profissional.<\br> Só uma pergunta: os professores que não têm horário também conta para o número de desempregados ou não?<\br> Sim, eu tenho mau feitio, eu sei.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

E hoje é assim

Imagens do Google
O meu mais velho está no 1º ano.
O meu mais velho já tem escola a sério.
Consegui não chorar ao pé dele.
Ainda não liguei a saber de nada mas estou ansiosa.
Demora muito até chegar ao fim do dia?
O meu mais velho já está na escola!!!!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ai eu!!!

O sr Dr quer que fique de baixa até ao final da gravidez. O meu miudo mais velho foi hoje à apresentação na escola primária. Eu não sei se ria, não sei se chora, não sei se fique em casa de baixa do jeito que as coisas estão. Só sei com a maior e a mais absoluta certeza que estou super orgulhosa do meu filho lindo. Ai eu!!!!
 

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