Mas eu, quando estou mais cansada, stressada ou durmo pior como até mais não. É como se a comida caísse em saco roto e nada me enche, nada me satisfaz
E não me apetece comida saudável, só porcarias do pior. Como aboli(mos) gomas (não gosto), chupas (também não gosto), batatas fritas (os salgados são a minha perdição) e afins lá de casa, como até as pipocas já não são tão assíduas, dou por mim a comer pão como se não houvesse amanhã. É pãozinho com isto, com aquilo, com mais qualquer coisinha, normal, torradinho, meio-torrado, etc.
Já sei que como não por fome, mas por ansiedade e aos anos que me ando a controlar e a aprender a controlar. A abolição de certas coisas aconteceu ainda em solteira quando morava em casa da mãe.
Mas hoje, talvez por este estado geral apetecia-me um bolinho, pequenino, doce, que se desfizesse na boca. Como sei que é vontade e não necessidade? Porque o dito tem de ser de chocolate. Eu gosto de chocolate, mas o bolo deixa-me muito enjoada e com umas borbulhas lindas, por isso não o como, ou raramente o faço.
O pior é que o
bolo na caneca é simples, fácil, fica feito num
vap-vup e eu tenho os ingredientes todos em casa.
Ajudem esta pobre alminha e façam figas para a vontade passar. Não me deixem desperdiçar o esforço de uns meses a esta parte. Vá lá. Desejem antes que durma bem e reponha estes níveis de qualquer coisa que andam fora do sítio. Sejam amiguinhos.