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quarta-feira, 23 de março de 2016

Sobre Pais

O meu Pai é ausente. Ausente por força da separação dos meus pais, ausente por existir um oceano entre nós, ausente porque sim.
Existem pais ausentes por várias razões: porque se separam das mães, porque vão trabalhar para longe, porque as mães os afastam dos filhos.
Não querendo julgar ninguém, o que eu não entendo são os pais que voluntariamente se afastam dos filhos. Porque em pequenos dão trabalho, porque em crescidos dão trabalho, porque vê-los fim de semana sim, fim de semana não acham que chega. Porque, e falando numa situação ideal em que do outro lado existe abertura para tal, acham que esses dias, pequenas horas chegam na formação do carácter daquele filho.
Não entendo os pais que não lhes dá jeito, que agora não lhes apetece, que estão cansados, que não têm vontade ou disponibilidade para os filhos. Convenhamos que a vida do dia a dia cansa, que ninguém é de ferro, mas sempre, todos os dias em todas as horas nunca existe tempo para os filhos?
Que pensam estes pais do dia de amanhã? Que terão filhos que os irão acolher em casa, que os irão visitar num lar? Que se preocuparão sequer com o seu bem estar na velhice?
Sim, eu sei que existem pais (e mães) que cansam, que sugam os filhos até ao tutano e não os deixam ter vida própria. Estou a falar das situações "normais". De pessoas comuns, que só porque se separaram do conjugue se separaram dos filhos.
Eu sou um desses "filhos", que por força da sepração dos pais ficou separada de pai. Não porque a mãe me afastou, mas porque o pai não procurou a aproximação. Que tipo de amor, de carinho, de compreensão é que pretendem de mim perante este pai? Para mim, nada mais que um parente afastado?

segunda-feira, 14 de março de 2016

Leituras 2016 #4

Sophie Mercer pensava ser uma bruxa. Por isso foi mandada para Hex Hall. Um reformatório para Prodígios — Vampiros. Fadas. Etc — Problemáticos. Mas isso foi antes de ela descobrir um terrível segredo de família... E que estava apaixonada por certo agente do L’Occhio Di Dio. Uma organização decidida a varrer da terra os seres sobrenaturais. Agora de férias com o Pai. Ela precisa decidir o que fazer com os próprios poderes. Um noivo de última hora e uma conspiração que ameaça a paz entre mortais e mágicos.
Resumo da Fnac

Este livro, em comparação com anterior dá-nos a conhecer um pouco mais das personages, o que está por detrás das suas decisões.
O crescimento emocial de Sophie, e também o amadurecimento dela, enquanto pessoa.
É um livro fácil de ler, viciante, linguagem simples, relacionamentos, embora no âmbito de bruxas, vampiros, lobisomens e afins, bem conhecidos dos adolescentes.
Daquelas leituras que pegamos e largamos facilmente, mas um livro que nos faz querer saber o que acontece a seguir.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

As alergias em alta

Depois de um fim de semana trabalhoso, com a  ajuda valiosa de amigos nossos (obrigado), hoje tenho as alergias a chatearem em grande:
-a garganta arranha e fico com voz de bagaço
-os olhos ardem como se estivesse a olhar directamente para o sol
E a Primavera ainda não chegou.
Bem, depois de tudo melhores dias estarão certamente a caminho.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Arca 1 - Eu 0

Na passada quarta feira de manhã, deu com o pé na minha arca de madeira antiga e a arca ganhou.
Depois de uma manhã a coxear e sem sentir os três dedos mais pequenos do pé, fui à urgência e conclusão: dedo partido.
Nada melhor para ir trabalhar que uns belos ténis e um andar coxo!!!!
Só quero coisas boas daqui em diante, entendido 2016?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Leituras 2016 #1

E para começar um ano, que espero bom de leituras (e não só), um livro que comecei a ler no ano passado e terminei no início deste.
Imagens Google
Dois irmão no meio da II Guerra Mundial.
Um é judeu, o outro não.
A crueldade gratuita. O amor fraterno. A sobrevivência a qualquer custo.
Não posso dizer que foi uma leitura fácil, por vezes era mesmo massuda, mas se a meio o autor quase me fez dormir, no final o twist inesperado fez com que tivesse valido a pena ler o livro. Estava à espera de mais, muito mais, ganhou pelo final, mas não é algo que me entusiasme muito.
Já leram este? O que acharam?

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Gente parvinha

Gente parvinha exite em todo o lado, de todas as idades, tamanhos, cores, nações e religiões.
O que diferencia as parvoíces é quando elas são típicas da idade, ou quando são birras de gente adulta.
Tenho comigo (salvo seja) um espécime adulto com birras de adolescente, daqueles que acham que assim são melhores que os outros, que os chefes lhes dão mais valor, que só eles é que trabalham, só eles têm problemas, só eles importam.
Pessoas parvinhas, que ajem como os grupinhso adolescentes em que falam a rir dos outros.
Sinceramente, já começo a perder a paciência e já me começa a chegar a mostarda ao nariz. Não tenho de aturar adolescências tardias de ninguém.
Chega ao cúmulo de instruír outros a ir beber café sem mim, para que eu me sinta sozinha. O problema é que eu não tenho medo de andar sozinha, sei o que sou, quem sou, os meus medos, as minhas conquistas, gosto da minha companhia.
Nem sei que faça: dou o troco por igual? Não ligo? Respondo à letra? É que dois pares de estalos para ganhar juízo já vai tarde e não justifica o trabalho.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Por estes dias

Quase terminei as compras de prendas de Natal e aniversário (sim tenho 2 aniversários antes do Natal marido + mãe)
De todas as prendas a comprar faltam 3 (duas de Natal e uma de aniversário)
Descansar...pois, na segunda estava tão KO e dores nas pernas e pés que fui para a cama cedinho e cheia de medo que fosse acordar com caimbras nas pernas.
Ontem fomos ver o Pai Natal e se estava com as pernas e os pés KO, fiquei com o pulso aberto, o que vale é ser o esquerdo.....
Ainda falta passar a roupa a ferro e a semana vai a meio....Dá para ter mais umas horitas para descansar e outras para fazer aquilo que preciso?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Exaustão

Estou prestes a atingir o meu ponto de rutura.
Sinto-me exausta, fisica, mental e psicologicamente.
É mais que cansaço. É mais que umas férias. É mais que umas horitas extras a dormir.
É sentir um aperto no peito. É acordar sobressaltada. É nem conseguir acordar.
É ser uma sombra de mim, sentir-me como aqueles zombies daquela afamada série de mortos-vivos, só que sem tanta energia.
É não querer sentir-me assim.
É ter uma luta comigo mesma.
É tudo e nada.
Há quem lhe chame TPM. Há quem lhe chame falta de organização. Há quem se faça de desentendido e nada lhe chame.
Eu....eu olho para o lado e saio de fininho.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Raios partam as alergias

O tempo frio.
O inverno.
As mudanças de temperatura e afins.
É a vez da mãe outra vez, só que desta vez os miudos também estão constipados.
E as minhas alergias não me dão tréguas.
E tenho a festa / lache do aniversário do mais novo para preparar.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A vez da mãe

Garganta a doer e a arranhar.
Sem voz a amior parte do tempo.
Muito entupida, sem forças e sem se aperceber que adormece.
É a vez da mãe. Mas a mãe não quer.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Por cá

A miuda este doente com amigdalite, depis foi a festa dos 5 anos, a seguir o mano mais velho teve de ficar em casa também com amigdalite, agora é o mais novo com varicela.
Estou cá, mas entretanto a minha veia de dona de casa está sempre a obrigar-me a lavar roupa, passar roupa, arrumar roupa, limpar a casa, etc e tal e pouco tempo me sobra.
Mas...tenho saude e felizmente as maleitas dos miudos são normais e não preocupantes, por isso, cansada sim, mas feliz com a minha pequena grande família.
No entanto, não mudei nada, nem me tornei mais inteligente, só tenho menos tempo (e vontade) para escrever. Qualquer dia volto ao habitual.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Leituras 2015 #5

Imagem Google
Um livro em nada na linha do anterior.
Um livro leve, simples, de relacionamento aparentemente complexos naquela máxima que a verdade é semrpe o melhor remédio.
Um livro que envolve noivos e respectivos familiares, mas (e desculpem avisar-vos), não envolve noivas em fugas, vestidos rasgados por aquilo em que inglês se chamam bridezillas.
Gostei na mesma, aliás, acho que gostei mais dele assim.
Nota: Madeleine Wickham é a autora, Sophie Kinsella é pseudónimo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Ser mãe de 3 #22

Implica uma grande gestão: de tempo, de colos, de divisão, de arrumações numa casa pequena, de compras, de alimentação.
Mas ser mãe de 1 também implica.
Esta coisa de quem tem um filho achar que quem tem mais do que isso - e por mais que isso, leiam mais de 2 - ou é doida, ou tem ajudas, ou vive por conta do estado, dos pais, do marido e encostada à empregada doméstica, faz o meu nariz comichar.
Cada família é única, porque muitas famílias têm apenas um filho e não têm tempo para nada, porque têm uma vida assim. Outras têm uma centena e têm tempo para tudo porque têm uma vida assado.
E sim, tenho alturas, já me queixei aqui várias vezes, que ando a apanhar bonés e a correr contra o tempo.
Tenho outras que sou uma pró: em todos os dias em que tudo fica feito de véspera - seja a roupa deles escolhida desde a cueca ao casaco, seja o lanche semi-pronto. Tenho outras que chego a casa e nada tenho descongelado para o jantar, nem sequer comida já feita e congelada e compro uma sopa.
Acho que sou normal na minha loucura. O que me custa e mói é quando tenho de estar em dois lados ao mesmo tempo, ou quando não posso.
Não é por ter três filhos, nenhuma empregada doméstica e 4 dias na semana com horários contados ao segundo que sou a maior.
Não é por ter três filhos que tenho benesses, ajudas estatais (nem abono temos) e leis feitas só para mim.
Sou uma mãe como qualquer outra.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Leituras 2015 #4

Imagem daqui, onde se pode ler mais sobre esta série
Li os três livros que pensei fazerem parte desta série antes do livro anterior e.....bem, não são três livros mas sim cinco, como se pode ler no site Nora Roberts Brasil, de onde retirei a imagem.
Já não são os primeiros que li desta autora e estes foram uma completa desilusão, mas como sou dependente da leitura, lá fiz o esforço para alimentar o vício.
Não pretendo ler os outros, aliás, acho que para já vou fazer uma pausa em relação aos livros desta autora.
Conheciam, o que acham?

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Leituras 2015# 3

Imagem Wook
Entre as vítimas do Holocausto enviadas para Auschwitz em 1944, três mulheres levavam consigo um segredo quando passaram pelos portões do infame campo de concentração.Priska, Rachel e Anka estavam grávidas de poucas semanas, enfrentando um destino incerto longe dos seus maridos. Sozinhas, assustadas, e após terem perdido tantos familiares às mãos dos nazis, sentiam-se determinadas em lutar pelo que lhes restava: as vidas dos seus bebés.Estas mulheres deram à luz em circunstâncias inimagináveis, com intervalos de semanas entre si. Quando nasceram, os bebés pesavam menos de 1,5 Kg cada, e os seus pais haviam sido assassinados pelas forças alemãs, enquanto as mães se haviam transformado em «esqueletos andantes».Os Bebés de Auschwitz segue a incrível história das mães: primeiro em Auschwitz, onde sofreram o escrutínio cruel de Josef Mengele, o médico nazi conhecido como Anjo da Morte, que selecionava as mulheres grávidas à entrada do campo, destinando-as às câmaras de gás; depois num campo de trabalho alemão onde, esfomeadas, lutaram por esconder a sua gravidez; e, por fim, durante a viagem infernal de comboio, que durou 17 dias, até ao campo de concentração de Mauthausen, onde viriam a ser libertadas pelos Aliados.A biógrafa Wendy Holden descreve toda a história com minúcia, destacando a coragem destas mulheres e a bondade dos desconhecidos que as ajudaram a sobreviver. Os Bebés de Auschwitz é um livro comovente e uma celebração da nossa capacidade de amar, ajudar e sobreviver mesmo nos contextos mais tenebrosos.
Sinopse retirada site Wook.

O que posso dizer sobre este livro?
Brutal. Comovente.
Já li vários livros sobre a II Guerra Mundial, uns mais históricos, outros romances históricos. Livros contados na 1ª pessoa também. Mas este é diferente, contado na 1ª pessoa sobre acontecimentos que ainda hoje parecem irreais.
Mais que uma luta por sobrevivência, é uma luta pela dignidade, pela humanidade.
Mais que uma história de mães e bebés, é uma história de mulheres com uma força de vontade férrea, e de amor pela família e pelo próximo.
Não é uma leitura leve, em alguns momentos me apeteceu chorar com aquilo que li. Não só por causa do sofrimento, mas maioritariamente com a capacidade de causar aquele tipo de dor.
E porque não fugiram eles? Porque não era - nem é - concebível que tamanhas atrocidades fossem cometidas. Que haveria bom senso, que eram só pequenas coisas, uma coisita aqui, outra acolí mas que nunca seria real o que se houvia dos campos de concentração.
E o outro lado? Bem , o outro lado dava outro livro.
Já leram? O que pensam deste livro?

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Deve ser do tempo

Ando cheia de sono - culpa do comprimido das alergias, cerca de 95% - semrpe com a sensação que me estou a esquecer de algo.
Confesso que estas mudanças de tempo, ora chove, ora não, ora faz frio, ora faz calor, ora nem sei que tempo vai fazer, é uma alegria para as minhas alergias e para que eu ande de cabeça pesada e oca.
Em casa é o corre-corre de sempre, somado a dar assistência à minha mãe que vai melhorando aos poucochinhos mas com muitas dores.
No trabalho é mais do mesmo, as pessoas não mudam, refinam é a forma de chatear os outros.
Fico melindrada com coisa pequenininhas, coisitas de nada como a chuva que cai apenas quando saio à rua, ou quando estou em casa. Nestes momentos tenho duas de mim: a que se melindra e fica magoada com a lágrima no olho, e a outra que chama a primeira de parva e lhe dá dois tabefes.
É muita coisa ao mesmo tempo, todos os olhos virados para mim, tipo actriz em cima do palco e eu nem sequer sei actuar.
Tive um mês em que a gerência do tempo era eu que a fazia, mas tinha o dia todo. Agora tenho um tempo mais apertado com as mesmas coisas a fazer.
Também não gosto de indefenições, nem de esperar. Sou de decisões, de certezas. Branco / preto, o cinza par mim é cor, na vida cinzentas só gosto das nuvens.
Deve ser do tempo, agora é tentar sacudir esta sensação e por as coisas em andamento.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Por cá

Muito trabalho no trabalho e em casa.
Muito sono - o medicamento das alergias é fantástico, acabou com as insónias, só me trouxe foi um sono que me atinge a todas as horas.
Consulta da alergologia tratada, alergia a gatos( porquê???????) e a ácaros (já sabia).
E por aí?

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Tenho sono

Sim, tenho muito sono, vou a meio da minha primeira semana de trablaho pós férias e já estou assim.
Ando com as costas feitas num oito, mais de um mês a dormir num colchão de espuma, numa cama rasteirinha (que a minha mãe está desde que saíu do hospital em minha casa e na minha cama), anda a dar cabo do meu esqueleto, especialmente costas e ancas.
1º dia de creche / ATL dos filhos e mãe com o coração em ânsias a querer correr para os ir buscar e encher de beijos (sim, todos os anos sofro da mesma ansiedade - eles estão bem lá, mas estão bem melhores comigo - sim, adoro trabalhar e graças a Deus tenho um emprego).
Tenho consulta hoje e estou com medo de o cérebro adormecer e não me lembrar.
Deixei o jantar feito ontem, mas já não sei quantas vezes me veio à cabeça aquela ideia: "não tirei nada do congelor, que vou fazer para o jantar?"
O cérebro ainda está de férias, a dormir a sesta.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Alguém me explica

Porque razão em minha casa não posso dispor sequer da posição dos móveis sem que se abespinhem com as minhas ideias?
Porque razão são tão contra o facto de eu não querer a cama da minha filha debaixo da janela?  Porque não quero e porque me dificulta o acesso à mesma. Além disso não considero que seja um bom sitio para tal.
Alguém?
 

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