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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

As coisas por aqui andam assim:

A minha filha continua sem professor, e sem nenhum em perspectiva, eu explico: a professora do ano passado concorreu para outra escola e foi-se embora, a que a veio susbtituir está de baixa por gravidez de risco, a que substituí essa também está de baixa pela mesma razão e a que substituí a substituta está de atestado por ter a filha de 3 anos doente, esta última acabou o atestado na quinta feira passada, mas não se apresentou ao trabalho nem disse nada, nem atende o telefone.
A minha mãe está doente com estas alergias provocadas pelo tempo quente fora de tempo.
Provavelmente o meu mais velho provavelmente terá de ser operado, mas a ver vamos, só depois de falar com a Pediatra e com a médica de Cirurgia Pediátrica, depois das aulas para o miudo não entrar em stress.
Somos administradores do prédio e só agora é que começaram a acontecer os azares, como os elevadores só avariarem ao fim de semana e ter a chave de acesso à casa das máquinas dos mesmos partida na fechadura. De notar que quando largámos a administração deixámos dinheiro na conta, algum aplicado e tudo pago. Quando agora voltámos a pegar na mesma não temos quase nenhum dinheiro na conta, nenhum aplicado e contas por pagar.
No trabalho nenhumas perspectivas de nada, além disso correm uns zuns-zuns nos quais não me quero meter porque posso vir a prejudicar o meu futuro, mas porque alguns são filhos e outros nem sequer enteados? E porque temos colegas tão complicadinhas, com a mania da perseguição e que sabem tudo porque são o máximo, e depois? Olha depois nada, falam, falam e nada mais que falar (mais a prejudicar que a ajudar na maioria das vezes)
E por aqui as coisas vão. Já era hora de correr tudo bem, mesmo muito bem.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Nany, a desaparecida

Ou melhor, quase desaparecida.
Não tenho conseguido vir aqui escrever nada, por falta de capacidade de escrita.
Eu quero, mas parece que os meus dedos não se mexem quando o assunto é este.
Bem, a ver se consigo perder este bloqueio, noto que me faz falta escrever, mesmo que fique nos rascunhos.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Perguntinha óbvia # 12

Vocês conhecem alguém, que após abrir o carro com o comando e se sentar lá dentro, não percebe porque é que a chave de casa não põe o carro a funcionar? 😉
Pois...além do stress do trabalho tenho a minha filhota doente e dá nisto,

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Mãe não devia adoecer

Mas adoece.
E esta mãe, depois de uma formação gélida, ficou de cama no fim-de-semana.
Ainda estou a meio caminho da recuperação, com dores de estômago e de costas então, nem se fala. Durmo a meio gás e vou andando, devagar, mas andando.
E vocês, como andam?

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Eu não disse?

Pois, de falsas e de cínicas está o mundo cheio.
É que são ultimamente a regra é não a exceção.
Porque é tão difícil?
Só queria sinceridade e tratamento igual

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

As vezes gostava de não ser assim

Juro.
Gostava de ser diferente, mas é assim que sou.
Sou daquelas pessoas que quando ficam com a pulga atrás da orelha, ou de pé atrás numa situação, não há volta a dar.
É como alguém que confia sempre até ao dia em que descobre a primeira mentira, que pode até ser a única, mas a partir daí desconfia sempre.
Neste caso, desconfio que os suspostos amigos dos meu filho mais velho não são assim tão amigos, ou melhor que uma mãe anda a minar situações/relações nas minhas contas. É não é de hoje. Já fiquei com essa sensação no ano passado.
Neste caso em concreto não posso deixar passar "em branco", até porque não são aquelas coisas de miúdos, que hoje são muito amigos, amanhã já não são e depois voltam a ser.
Gostava de ser mais optimista. Não sou. E se fico a matutar alguma coisa é.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Qual é a mãe qual é ela?

Que não consegur dormir bem, porque hoje os filhos voltam às semi-rotinas?
Eu, pois tá claro.
O mais velho ao ATL de sempre, mas cheio de novidades.
Ela ao ATL do mano grande, já que optámos por isso, mas sem os amigos que fez - uns porque mudaram de escola, outros porque ficaram no outro ATL. Espero que reencontre aqueles que estão agora no 2º ano do 1º ciclo e que foram amigos dela na creche.
O mais novo na sala nova, reencontros e novos amiguinhos.
E eu, bem eu preciso mesmo de mais café.
Mãe sofre - estou aqui ansiosa por saber como correu este primeiro dia.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Perguntinha óbvia # 16

Será que tentar abrir as porta da entrada do prédio, quando se está dentro do mesmo, com o comando do carro é sinal de muito sono matinal?
E pensar que o carro não abre porque o comando está avariado, ou porque o fecho não funciona, nem mesmo com a chave de segurança, para afinal perceber que se está a tentar abrir um carro que, apesar de ser igualzinho ao nosso, não é o nosso, é sinal de cansaço?

Esclareço já que não foram no mesmo dia que estas situações me aconteceram, mas quase ☺

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Então e que tal anda a vidinha

É chegar a casa cerca de hora e meia / duas horas mais tarde que o costume.
É ir trabalhar uma hora mais cedo.
É esquecer-me das datas dos testes do filho mais velho (o que vale é que ele não).
É a vidinha!

sábado, 20 de maio de 2017

Ser mãe de 3 #30

É ser a mãe do post-it, da agenda no telemóvel, papel e computador, de apontar no bloquinho, de colocar os recados e o calendário na porta do frigorífico, ver tudo sempre, várias vezes, repetidas vezes, e mesmo assim....falhar, esquecer, ver que afinal isto ou aquilo não estava programado.
É irritar-me (às vezes a sério) quando todos sabendo o calendário, acham que sim, que tenho 5 minutos só para isto ou aquilo, e que se não faço é má vontade.
É estar-me nas tintas e querer estar lá, onde verdadeiramente importa, porque amanhã eles são adultos e vou querer mais saraus de ginástica, festa da música, de final de ano lecticvo com benção das fitas.
É ser mãe, é ser feliz no meio do caos, e cheínha de vontade de os ver no palco. Acho (tenho quase a certeza) que vibro mais com as festas que eles ♥☺

terça-feira, 16 de maio de 2017

Divagando.....

A vida nem sempre é fácil.
Por vezes conseguimos algo que desejamos muito, mas há aquele pedacinho de nós que se sente culpabilizado por isso, como se fosse um grande pecado. Por outro lado, há aquele outro pedacinho que nos diz que não, que merecemos e fizemos por isso.
No fundo, damos graças por ter saúde, e que apesar da saúde que falta à mãe, é um caso felizmente não grave e tratável com tempo e paciência, se bem que fique com a mobilidade reduzida.
Por outro lado, tento chegar a tudo e a todos e fico frustrada, mesmo furiosa comigo porque não consigo.
Ao mesmo tempo sei que não sou polvo e a super-mulher era aquela figura dos desenhos animados que gostava de ver, mas não curo a frustração.
Ainda não marquei as minhas consultas, as deles têm de ser remarcadas, mas as deles importam mais.
Tenho dias que acho que até estou bem, até olhar o espelho e ver a pele baça, que nem a base disfarça. Mas tenho saúde (anemia sim, mas não grave), respiro e tenho fé.
Um dia de cada vez, estes mais solarengos para aquecerem a alma.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Medicina no trabalho

Colesterol - Ok
Açucares - Ok
Peso - Podia baixar (digam-me algo que eu não sei)
Medidas - Tiradas, apontadas e em correspondência com o peso
Tensão - Alta, não preocupante mas também não famosa 13,8/9,5 - o problema é mesmo a 9,5.
Estou a raiar a anemia (não me faltava mais nada!), os valores estão mesmo muito baixinhos, não preciso de suplemento de ferro, mas comer alimentos ricos em ferro.
Marcar, rapidamente, consulta de ginecologia (sim, vergonhosamente não vou lá quase há 3 anos)
Bem, de resto até para o ano. Ahh, e descansar sempre que possível (só falta o possível)

terça-feira, 18 de abril de 2017

Leituras 2017 #7

Imagens Google
Sinopse da Fnac:
Esta Coletânea traz os contos A Rainha, O Príncipe, O Guarda e A Favorita ilustrados e com introduções inéditas de Kiera Cass. Conheça O Príncipe Maxon antes de ele se apaixonar por America, e A Rainha Amberly antes de ser escolhida por Clarkson. Veja A Seleção através dos olhos de um Guarda que perdeu seu primeiro amor e de uma selecionada que se apaixonou pelo garoto errado. Você encontrará, ainda, cenas inéditas da série narradas pelos pontos de vista de Celeste e Lucy, um texto contando o que aconteceu com as outras selecionadas depois do fim da competição e um trecho exclusivo de A Sereia, o novo romance de Kiera Cass. Este é um livro essencial para os fãs de A Seleção, que poderão se aprofundar mais nesse universo tão apaixonante. 


A sinopse já diz tudo, o que posso eu dizer? Que este livro é um complemento, para além de algumas ilustrações mostra mais certas personagens que são fundamentais na colecção da Selecção.
Por outro lado é sempre, a meu ver, importante saber o que está por detrás das decisões das personagens, conhecê-las mais profundamente.
Em relação à colectânea é um acrescento ao que já tinha dito de minha justiça aqui. Em relação à história "A Sereia", também já tinha falado dela aqui.
E vocês, são dados a colecções ou colectâneas?

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Leituras 2017 #6

Google Imagens
Sinopse da Fnac:
Em A herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil — e importante — do que esperava. America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil — e importante — do que esperava. 

Neste livro encontramos uma Eadlyn mais madura, mais ciente daquilo que é uma coroa e da responsabilidade que a mesma implica. Gostei mais deste livro no sentido em que, a princesa deixa de ser tão mimada, que começa a crescer e a perceber que a protecção paternal, por muito boa que seja não resolve questões políticas nem as faz desaparecer.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Isto por cá

Não está mesmo nada fácil.
Muito trabalho, zero tempo.
Estudo com o mais velho para testes.
Acompanhamento aos mais novos.
Ajuda à recuperação da mãe.
Vamos andando, um dia de cada vez a fazer o mais (e melhor) que se pode.

terça-feira, 14 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

Crónicas de uma operação

Tenho andado afastada dos blogs e afins, por causa da operação da minha mãe e não só.
Ela foi finalmente operada e agora está a recuperar, com dores, com faltaa de posição, chateada por estar limitada, mas principalmente esperançosa que desta vez recupere maior mobilidade do braço.
Entretanto vou-me dedicando a algumas (poucas) leituras e estou a voltar ao crochet a ver se acalmo, ponho as ideias em dia e começo a sentir-me mais eu.
Tenho várias coisas na minha "to do list", mas o blog é aquela que semrpe fica para trás, com pena, porque eram os meus "5 minutinhos" para afastar ideias do dia-a-dia e até melhorar o mesmo. Neste momento não tem dado, espero que em breve, porque gosto de andar aqui. A ver vamos.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Leituras 2017 #2

Imagem Marcador
Sinopre. Presença:
35 candidatas chegaram ao palácio. Apenas seis permanecem. Agora, com o grupo reduzido, a competição para conquistar o amor do Príncipe Maxon é mais feroz do que nunca. Quanto mais perto America se encontra da coroa, mais se debate para perceber onde está verdadeiramente o seu coração. Cada momento que passa com Maxon é como um conto de fadas, instantes cheios de romantismo avassalador e muito glamour. Mas sempre que vê Aspen, o seu primeiro amor, é assaltada pelo desejo da vida que tinham planeado partilhar. America anseia por mais tempo. Mas enquanto se sente dividida entre dois futuros, o resto da Elite sabe exatamente o que quer e a oportunidade de America para escolher está prestes a desaparecer. 

Neste segundo livro, como a sinopse diz, das 35 pretendentes iniciais, apenas 6 restam, entre elas América.
No meio de descobrir quem ama verdadeiramente a vida no castelo não para. A amizade de América e Marlee é aprofundada, mas mesmo assim elas mantêm os seus segredos bem guardadaos, afinal estão num jogo.
América por um lado quer ficar com Aspen, com aquele amor que sempre idealizou, aquele que pensava nunca acabar. Por outro lado, Maxon vai crescendo no seu coração mas com ele vea a coroa e um reino que ela não saber estar preparada para governar. E Maxon também lhe esconde coisas, ao mesmo tempo que Aspen começa a tornar-se próximo de outra seleccionada.
Neste livro temos festas mais elaboradas, convidados que é preciso agradar e alianças que se devem reforçar, tudo a cargo de 6 meninas.

 

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