Mostrar mensagens com a etiqueta Actualidades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Actualidades. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Devo ser mais uma

Que foi trabalhar com roupinha leve e apanhou uma molha descomunal, e agora trabalha com a tal da roupinha leve colada ao corpo molhadita.
Ah, mas liguei o aquecedor a ver se me seca os pés.
Já chegou o inverno e ninguém me avisou para trazer as botas!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Muitos filhos ou nenhum?

Desculpem lá voltar ao mesmo, mas se primeiro chamavam às famílias com muitos filhos de corajosas agora chamam-nas de sortudas e não são uma coisa nem outra, são apenas famílias.

Eu já tinha aqui falado da reportagem do Observador e repito que a tal da coragem que se fala é muito bonita, mas que é confundida com um projecto de vida. Eu tenho três filhos que amo muito, mas o amor não enche barriga. Aceitamos roupa que nos dão e emprestam e reciclamos de uns para outros. Temos uma avó que nos vai safando algumas situações a quem agora pagamos para tomar cuidado do mais novo. Sou uma sortuda ou uma corajosa?
A crise da natalidade existe, o problema da renovação de gerações é real. Mas tal como referi no post que escrevi, as medidas que se possam tomar a bem das famílias, de todas as famílias são bem vindas. Agora se estou à espera delas para cuidar da minha? NÃO.
Depois li esta reportagem e a jornalista disse algo com o qual concordo:
Há quem queira ter muitos filhos e não possa por variadíssimas razões e há mesmo quem não queira encher a casa de crianças e não é por isso menos corajoso que um pai de meia dúzia.
Hoje em dia é preciso ter coragem para ter um filho ou uma centena deles. Tal como antigamente. Tal como sempre foi. É para mim acto de amor, de coragem sim, mas não a coragem de criar vários, mas a coragem de assumir as responsabilidades inerentes, mas por vezes por muita coragem que se tenha não é possível, não se consegue. E também não é uma questão de sorte: sorte é ganhar no euromilhões, é ter uma rifa premiada.
As famílias têm várias moradas, vários formatos e deixem-se de coisas, não sabemos o que vai dentro do 3º esq ou do 5ºdt para decidirmos que são corajosos ou egoistas.

Post editado

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ser mãe de 3 #13

Quando temos filhos, ou mesmo quando não temos, qualquer incentivo à nossa vida, qualquer notícias de pagar menos impostos é sempre ouvida com mais atenção.
Esta questão de se dar apoio às famílias no IRS e outras medidas também não me passa ao lado e tento estar atenta às notícias, embora ache que todas estas medidas propostas vão esbarrar na questão "se houver dinheiro". Por outro lado e porque a infertilidade é coisa que me assiste, notícias destas despertam a minha atenção.
No entanto, quando digo que tenho 3 olham para mim de olhos bem arregalados. Não entendo, não há tanto tempo assim as famílias eram bem mais numerosas e não são todas aquelas que tendo mais de 2 filhos são inconsequentes.
Posso até ser muito "tapadinha" ou não ter noção da realidade, mas não acredito que, as pessoas tenham filhos à espera que o Estado, a família, os vizinhos ou sei lá quem tome conta deles, os leve à escola, os sustente. Claro que é bom ter ajudas, claro que é bom receber abono (que não recebo), mas os filhos são meus e sou eu em primeira instância que tenho de providenciar as coisas deles.
Por isso, é que considero que é preciso mais famílias assim, que mostrem aos outros que a coragem de ter muitos filhos, não é um bicho de sete cabeças, é um projecto de vida.
Pode ser que um dia, em vez de se considerar que famílias numerosas é feito de corajosos ou de malucos, mas que é um acto de amor que nos beneficia a todos. Já ouviram falar da renovação de gerações?

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Independentemente do resultado futebolistico de hoje

Ser Português
Podemos não ter a organização dos Suíços, o rigor dos alemães, a limpeza dos austríacos, a pontualidade dos britânicos, a meticulosidade dos franceses, o orgulho dos espanhóis ou a riqueza dos escandinavos, mas que somos um povo muito mais simpático e caloroso que esta cambada toda disso não tenho dúvidas. E ser português é isso. Ser português é ser muita coisa.
Ser português é pedir um ramo de salsa ao vizinho e ficar lá meia hora a conversar. Ser português é falar alto na rua e nos restaurantes sem notar. Ser Português é ter o melhor jogador de futebol do mundo e não gostar muito dele até vir alguém de fora criticar. Ser português é ter na guelra o sangue quente arrefecido por uma ditadura. Ser português é ter poesia de revolução e fazê-la sem violência e de cravo na mão. Ser português é comer chouriço assado na lareira com mais prazer do que ir ao restaurante gourmet. Ser português é revoltarmo-nos quando nos dizem que o limite passa de 0,5 para 0,2, porque ser português é beber vinho, cerveja e agua-ardente.
Ser português é ter orgulho em sê-lo mesmo quando se diz o contrário. É ir lá fora e falar de fado, da comida, da praia, de tudo o que nos orgulhamos quando temos saudades. Ser português é ter saudades. É ter saudades do sol, das sopas da avo, dos cafés e cigarros na esplanada com os amigos. Ser português é ter saudades e não esquecer.É ser nostálgico mas ter amnésia selectiva de 4 em 4 anos e queixar-se que está tudo na mesma.
Ser português é desenrascar. É encontrar caminho sem perguntar. Ser português é pedir indicações e ter logo a ajuda de vários estranhos. Ser português é tentar a borla seja do que for. Ser português é oferecer só porque se simpatizou com alguém. Ser português é ter os melhores lá fora porque é lá fora que se faz o melhor. Ser português é ter o mar no horizonte e nunca olhar para terra, é seguir em frente até o mar acabar, é descobrir, sonhar e inventar. Ser português é conquistar, é dar porrada na mãe, é dizer não e expulsar os mouros e os espanhóis. Ser português é esquecer. Ser português é o vídeo da Bernardina ter mais de 3 milhões de visualizações e a maioria não ter gostado. Ser português é toda a gente ver a casa dos segredos em segredo. Ser português é achar que ser advogado ou doutor é melhor do que ser pasteleiro ou agricultor mas gostar mais de bolos e batatas do que tribunais e hospitais.
Ser português é dizer bom dia ao vizinho, é dizer bom dia no café, é dizer olá como está ao carteiro, é dizer bem obrigado no elevador. Ser português é dizer vai-se andando, para a frente, nunca para trás. Ser português é ser pessimista quando as coisas estão boas mas optimista quando estão más. Ser português é ser-se humano e por isso ser-se incoerente. É ter poetas nas gentes, é ter Antónios Aleixos semi-analfabetos mas que sabem mais que doutores. É ter bêbedos e drogados no génio de Pessoa. É tudo valer a pena porque a nossa alma não é pequena. Ser português é ter a alma grande mas não ter dinheiro para a manter. Ser português é pedir crédito para o plasma e LCD, para as férias no Brasil e depois ficar sem comer. Ser português é acreditar em tudo o que passa na TV. Ser português é duvidar de tudo o que se lê.
Ser português é ser de brandos e bons costumes até ver. Ser português é andar à porrada por causa de futebol ou lugares de estacionamento. Ser português é acelerar e ficar chateado se se é multado. Ser português é saber as leis e saber que podem ser ignoradas. Ser português é eleger sempre os mesmos filhos da puta. Ser português é ser revoltado. Ser português é esquecer a semana no sábado e sofrer por antecedência no domingo. Ser português é chegar ao trabalho na segunda e falar da bola. Ser português é ser descarado. É dizer à gaja boa do trabalho que temos que ir beber um copo a qualquer lado. Ser português é seduzir sem medo do resultado. É ter lata de cerveja na mão e na outra contar os trocos para mais uma rodada.
Ser português é sentir orgulho na garganta mesmo com a pressão do nó de forca que nos traçaram. Ser português é apertar o cinto mas andar de rego à mostra.Ser português é dizer mal mas ai de quem diga mal e não seja português. Ser português é não ser patriótico mas sentir os olhos aguados ao ouvir o hino. É dizer que é o mais bonito de todos. É meter uma bandeira na janela e deixar a porta aberta a quem quiser entrar. Ser português é gritar com a selecção mesmo sem nunca se ter ganho nada, só pelo orgulho de se ser de Portugal.
Ser português é escrever este texto à pressa porque estão à minha espera em algum lado. Ser português é chegar atrasado mas de peito levantado.
Texto copiado na íntegra daqui: Love Adventure Happiness

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A reforma é boa em Portugal, mas para os outros

A sério que é, ora espreitem este artigo. Para os portugueses estas "benesses" não são assim tão boas. Posso ter o ordenado de "lá" e viver cá?

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Politicas de incentivo à natalidade

São politicas muito engraçadas sinceramente, especialmente quando se fecham maternidades, já para não falar na oferta de creches, escolas e afins. Mas eu gosto mais deste texto do que aquilo que poderia escrever. Eu não sou assim tão optimista, é que a questão não é só o incentivo à natalidade, temos de ter boas políticas sociais.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Homens, toca a lavar a loiça (e a fazer o resto também)

Eu sou apologista de que todos têm de fazer tudo numa casa. Se todos lá vivem e sujam, então todos devem contribuir para a limpeza da mesma. Cada um vai fazendo consoante as suas capacidades e a sua idade, e debato-me com o "arruma os teus brinquedos", "leva o casaco para dentro" e afins. O pai ajuda e confesso por escrito aquilo que digo publicamente, o arroz feito por ele é bem melhor que o meu. Li esta notícia e pensei logo em partilhá-la com vocês. Vá, papás toca a trabalhar e a educar as filhas por exemplos e não só por palavras.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Carolina

De certeza que já leram sobre a Carolina aqui, ou mesmo aqui, mas neste blog podem se quiserem, saber como ajudar a Carolina e a sua família.
Eu não conheço a Carolina nem a sua família mas não é possível ficar indiferente a uma situação assim.
Sou mãe, sou mulher, sou gente, sou um ser humano e se desprezo o bullying por todas as rzões e mais uma, a indiferença de quem pode resolver estas situações, o quiça desprezo com que elas são tratadas dá-me vergonha.
Leiam e decidam por vós.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Dia Internacional da Família

Há uma ano atrás, escrevia eu isto, que mereceu um destaque. (Obrigado JAD)
Um ano volvido o que alterou? Quase nada. Tantas e tantas famílias em que um dos pais tem de ir trabalhar para fora. Tantos e tantos pais que se despedem dos filhos que para terem emprego têm de emigrar.
A nível da alimentação o que alterou? A moda dos sumos detox se calhar, mas não é para todos, porque acredito que muitos pais deixam de comer para dar aos filhos.
Não vejo incentivos nenhuns para as famílias, o horário de trabalho aumenta, as creches diminuem, os nascimentos diminuem.
Hoje, e para mim estes dias servem para isso, quero apenas pensar no bom que as famílias têm, e naqueles amigos que se tornam família. Amanhã começo a encarar a realidade tal como ela é: a perfeição imperfeita que é minha família, para a qual eu contribuo com coisas boas e más.
Não tenho a família mais perfeita. Tenho a minha que tem coisas boas e é feita de pessoas normais.
Fico-me pela citação que nos calhou, tirada à sorte, naquele potinho cheio delas, hoje de manhã na creche dos meus miudos: "A família é porto seguro, para onde voltamos depois de uma grande tempestade"
E que todos tenham um porto seguro não só quando a bonança chega, mas principalmente quando a tempestade é feroz.
Um dia feliz a todos.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Não é o valor do aumento, é o princípio que lhe está subjacente

Andava a dar uma volta pelos blogs quando encontrei um post com esta notícia.
A questão aqui não é valor do aumento, mas o princípio por detrás desse aumento, será que os "entendidos" na matéria aqui neste cantinho à beira mar plantado ainda não o descobriram?

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Falemos de coisas mais sérias

A época balnear está aí à porta. Eu sei que muitos já se estrearam mas eu confesso que ainda sinto um certo frio para tal.
O que me preocupa é a situação das praias, nada que já não tenha sido abordado nas notícias , no entanto algumas praias, como as da Costa da Caparica sofreram mais danos e com esta burocracia toda será que então prontas a tempo? Ou pior, será que as pessoas ignoram os perigos e os avisos e se aventuram?

Grandes amigas que vocês me sairam


Imagem da Wikipedia
 Ora então ontem foi o Dia Internacional da Não Dieta e vocês não me dizem nada? Grandes amiguinhas que me sairam! Quero um pastel de nata com canela como recompensa. Fico à espera.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Leituras 2014 #3

Fnac

Este livro não é um romance, é uma realidade baseada em factos da noss história.
Economia, finanças e afins eu percebo, mas das minhas. Não é a minha área, não é a minha praia.
Gostei de ler, gostei de saber mais, de entender melhor. E esta leitura, leve sobre assuntos pesados, permite saber mais algumas coisa e perceber outras tantas.
Não dá soluções milagrosas e não concordo com algumas das apresentadas. Umas têm a minha completa discórdia, outras percebo-as mas acho-as duras.
Sinopse:
Depois de três bancarrotas em 34 anos, caso único na Europa, será que ainda não aprendemos a lição? «Há cerca de 20 anos li um artigo do The Wall Street Journal sobre o que os ex-países de Leste poderiam aprender com a experiência portuguesa (de abertura da economia). Longe estava eu de pensar que os anos seguintes ficariam marcados pelos piores disparates de política económica em Portugal. Disparates que nos estão a custar o futuro.» Temos uma oportunidade única para inverter o rumo de Portugal. Basta ter coragem. Um livro esclarecedor, que ajuda a compreender o estado em que o país se encontra e, mais importante, aponta caminhos para evitar erros do passado e recuperar a prosperidade.
(retirada do site da Fnac)

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Estou farta de chuva! !!

Sim eu sei que estou em casa de licença de maternidade, mas estou fartinha de tanta chuva.
As minhas vizinhas falam da água em excesso nas arrecadações, vejo o rio que corre na rua mas o pior é mesmo quando os mais velhos e o pai saem de casa debaixo de uma forte chuvada.
Não comprei galochas ao mais velho e nem sabem o quanto me arrependo.  Agora vai ser difícil encontrar o número dele e quando comprar ou não vai chover mais ou vai usar duas vezes e deixa de lhe servir.
Estou farta fartinha de tanta chuva! !!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Este tempo não está para brincadeiras

Da janela do quarto do meu filho já vi voar uma persiana.
Parece que o vento nos entra em casa.
Não consigo deixar de pensar nas pessoas que vivem em casas mais velhas, frágeis,  naqueles que estão sozinhos.
Por aqui volta e meia é com cada rajada que impõe respeito.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Nany a louca

É assim que a maioria das pessoas me vê. 3 filhos?!?!?! 3?!?!?! Nesta altura do campeonato, com essa idade, com os cortes no ordenado?
Sim, são 3 e o que queremos são crianças saudáveis e felizes.
Sim, são 3. Escusam de olhar como se fossemos aves raras.
Sim 3, a conta que Deus fez.

Sabemos que as famílias numerosas estão em desuso, mas porque é que se preocupam tanto que sejam 3 e não se preocupam com a gravidez na adolescência? Nos abusos infantis? Nesta política que destrói as famílias e o seu modo de vida e sustento?
Ah, percebi, assim podem olhar e apontar a louca que vai a caminho do terceiro.

Ok, para outros sou uma corajosa e estou de parabéns. Prefiro estes, os realistas que sabem que por vezes a vida nos prega partidas. Aqueles que não sabendo a história desta gravidez, nem a nossa história de infertilidade, guardam a maioria dos seus juízos de valor para si.

3 filhos nos dias que correm: corajosos ou loucos? Digam de vossa justiça.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Pensando nas escolas e nos que lá estão

Acho piada ouvir dizer que não existem problemas, que o ano lectivo começou sem stresses, quando oiço notícias de professores que percorrem 700km por dia, professores que deixam a família para trás e têm que ficar sozinho numa qualquer cidade para com amor à profissão, ensinar os filhos dos outros (que sendo os nossos queremos muito bem tratados, preparados e mimados), ou então professores que à vez tomam conta dos alunos no recreio porque não existem funcionários suficientes para tal (os vulgo continuos).<\br> Na escola do meu filho, que eu saiba, não existe ninguém nestas condições. A professora veio de uma escola para outra, mas a distância são ruas não km.<\br> Será que quem de direito não pensa nos que habitam nas escolas? Quer miudos, quer graudos? Que para essas pessoas os outros não são pessoas mas peões que se mudam a belo prazer? Que quem lá trabalha pode ter de fazer das tripas coração para fazer o seu trabalho de forma profissional?<\br> Que os filhos dos outros que frequentam essas escolas também podem ser prejudicados por isso? Não que os professores sejam maus, mas porque são pessoas que sofrem com a sua situação profissional.<\br> Só uma pergunta: os professores que não têm horário também conta para o número de desempregados ou não?<\br> Sim, eu tenho mau feitio, eu sei.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Fico ou não fico??????

O Sr Dr quer que eu fique de baixa. Eu sinceramente não me sinto a 100%, que dizer nem a 80% e dias há que nem a 50%.<\br> A questão não é fico em casa e pronto, com direito a uma baixa de alto risco pela tensão arterial, pelas dores que me deixam sem movimentos, pelas outras questões. A questão é e o trabalhinho? Sim, que é tudo muito lindo mas todos sabemos que as coisas não andam famosas. Que todos percebem tudo e são simpáticos e tal, mas hora "h" é que a porca torce o rabo.<\br> Eu ando tão cansada e em baixo que sinceramente preciso de descansar e pensar em nós, em mim e neste menino que carrego, mas também penso no nosso futuro.<\br> É caso para dizer que quanto mais penso, mais confusa e baralhada fico.

terça-feira, 9 de julho de 2013

A quem possa interessar

Foi publicada ontem a Portaria que regulamenta as Rescisões Amigáveis na Função Pública: Portaria 221-A/2003 de 8 Julho. Não entendo é no Artº 2º a láinea d). Se a idade da reforma é aos 65 e quem quiser a reforma por inteiro vai aos 66 anos, porque é que a referida alíena diz: "d) Se encontrem pelo menos a cinco anos de atingir o limite de idade legal para aposentação que em cada caso lhes seja aplicável". Ora a alínea a) refere que a Portaria é aplicável é até aos 59 anos. Alguém me consegue explicar isto?

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O Anexo SS para o IRS

E não, nada tem a ver com a Gestapo.
Sim, é para preencher, sim têm mais 30 dias e sim, quem já entregou o IRS mas não preencheu o anexo tem 30 dias a contar da data da entrega para fazer o impresso de substituição.
Veja a notícia do Expresso.
 

Template by Suck my Lolly